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Archive for maio, 2011

McAfee tem novo diretor de canais para América Latina

Fellipe Canale ingressou há pouco mais de um ano na empresa para gerenciar os parceiros no Brasil e passa a ocupar o cargo de Diretor de Canais para América Latina da McAfee.
 
A principal meta do executivo é expandir para os demais países da região as recentes novidades do McAfee SecurityAlliance, programa global de canais da empresa.“Fortaleceremos o excelente relacionamento entre McAfee e seus parceiros da região, concedendo-lhes melhores formas de investimentos e margens, expansão da capacitação e maior valor agregado com nossas soluções de segurança de redes, terminais, móveis e dados”, ressalta Canale.
 
Segundo o executivo, serão intensificados três importantes pontos do programa aos parceiros de toda a região: aumento das margens para o canal;-  Expansão da capacitação técnica e comercial; Programa de aceleração de negócios no segmento de pequenas e médias empresas e parcerias com distribuidores para soluções de segurança na nuvem.
 
Na área de Alianças Globais, o executivo efetivará na região os acordos com Adobe, Brocade, Citrix, Crossbeam, Polycom, Riverbed e VMWare, pois esses parceiros geram demanda e novos negócios ao integrarem às suas ofertas as soluções e tecnologias de segurança da McAfee.

Antonio Gesteiro é novo presidente da NFe do Brasil

A NFe do Brasil, empresa especializada em inteligência fiscal eletrônica, anunciou que Antonio Gesteira é seu novo presidente. Segundo nota à imprensa, o executivo assume o cargo com a missão de “reestruturar e fortalecer o desenvolvimento da empresa como consultoria.”

Formado em administração de empresas, Gesteira é especializado em tecnologia e segurança da informação. Possui ampla experiência na gestão de contas estratégicas, desenvolvimento de negócios e gerenciamento de projetos relacionados a gestão de riscos empresariais. O executivo já trabalhou por 11 anos na PwC, onde foi diretor da consultoria de riscos e segurança de TI. É professor de Pós Graduação do Mackenzie e idealizador e coordenador do Curso de Pós Graduação em Governança, Riscos e Compliance da Faculdade de Computação e Informática da FAAP.

“Temos o objetivo de fortalecer o posicionamento da empresa como consultoria, principalmente, na oferta de soluções fiscais eletrônicas, como BPO Fiscal, EFD PIS/COFINS, Auditoria de SPED, Cadastro Centralizado, Treinamentos, Projetos Especiais, entre outras soluções desenvolvidas pela NFe do Brasil”, diz Gesteira.

CPM Braxis Capgemini tem novo CFO no Brasil

Alessandro Porro é o novo chief financial officer (CFO) da prestadora de serviços de TI CPM Braxis Capgemini. O executivo chega na companhia para acompanhar o seu crescimento após a associação com o grupo francês Capgemini, um dos maiores fornecedores mundiais de consultoria, tecnologia e outsourcing do mundo.       

No comando da vice-presidência de finance & administration, Porro assumirá a liderança das operações de compras, controladoria, corporate IT, facilities, jurídico e tesouraria, entre outras.

Com mais de 20 anos de experiência em administração e finanças, Porro já atuou em diversas organizações nacionais e multinacionais. Como CFO da TecBan e da Oracle América Latina, reuniu uma larga vivência no segmento de Tecnologia da Informação.

Em sua experiência profissional, o CFO destaca o conhecimento em processos de fusões e aquisições e a expertise no comando regional de subsidiárias em países da América Latina.

Porro é graduado em Engenharia de Produção pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), pós-graduado em Administração Financeira pela Faculdade Getúlio Vargas (FGV) e tem MBA Executivo Internacional também pela USP. Além disso, o profissional é conselheiro de administração certificado pelo Instituto Brasileiro de Governança Corporativa (IBGC).

Criada pós baseada no padrão nacional de software

A Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex) e a Sociedade Mineira de Software (Fumsoft), em parceria com a Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC Minas) lançaram o primeiro curso PG-MPS – Pós-graduação em Engenharia e Qualidade de Software baseada nas práticas do modelo Melhoria de Processos do Software Brasileiro (MPS.BR), certificação nacional, criada para garantir a qualidade das aplicações desenvolvidas no País.

O curso espera atrair profissionais oriundos dos cursos de graduação em Ciência da Computação, Sistemas de Informação, Ciência da Informação e Tecnologia de Processamento de Dados, além daqueles que se formaram em cursos oficiais da Softex. A pós-graduação tem o objetivo de capacitar os alunos para definir, implantar e gerenciar processos de software baseados em MPS.BR (Melhoria de Processos do Software Brasileiro).

O modelo MPS.BR é uma iniciativa brasileira coordenada pela Softex e que envolve universidades, grupos de pesquisa e empresas. Seu objetivo é promover a melhoria da qualidade e da produtividade de soluções e serviços de software de acordo com os padrões de qualidade aceitos internacionalmente, mas a custos acessíveis às empresas nacionais, principalmente as de pequeno e médio portes.

Segundo a Softex, a certificação MPS.BR está em conformidade com as normas internacionais ISO/IEC 12207 e 15504, além de ser compatível com o padrão global Capability Maturity Model Integration (CMM). Ainda segundo a entidade, o modelo está adequado à realidade brasileira. Desde que foi criado, em 2005, 285 empresas de todo o País foram avaliadas e certificadas de acordo com o novo padrão. 
 
“A concretização desse curso é mais um passo fundamental para o posicionamento do MPS.BR como modelo de referência para processos de qualidade no Brasil”, destaca o coordenador de Qualidade de Software da Fumsoft, Carlos Barbieri, que está à frente da coordenação nacional do novo curso de pós-graduação.

A grade curricular da pós abrange aspectos técnicos envolvendo a necessidade de adoção de modelos de qualidade pelas organizações, bem como gerenciais, indispensável para a implementação de iniciativas voltadas à qualidade de software nas empresas. Os critérios de seleção da PUC Minas incluem uma análise classificatório de curriculum vitae, uma defesa escrita dos motivos que levaram o candidato a buscar o curso e, se necessário, uma entrevista com a coordenação.

A pós-graduação terá início em 12/9 e duração de um ano. Com 432 horas de carga horária, as aulas serão ministradas às segundas, terças e quartas-feiras, das 19 às 22h30, no IEC PUC Minas na Praça da Liberdade. Ao final do curso, o profissional estará habilitado para realizar a Prova Oficial para Implementadores MPS.BR (P2), com desconto de 50% na inscrição, desde que o faça até as duas ofertas subsequentes após o encerramento da pós.

As inscrições para o curso da nova pós-graduação vão de hoje, 30/5 até 5/8 e podem ser feitas  pela internet.

Segurança em cloud computing é tema de curso em SP

A PPP Treinamento, empresa de capacitação de temas relacionados ao mundo digital, vai realizar em 1º de junho o curso Segurança em Cloud Computing. Na ocasião, serão abordados os principais desafios e benefícios do modelo.

Ministrado pelo especialista em Segurança da Informação Paulo Pagliusi e a advogada especialista em Direito Digital Patricia Peck Pinheiro, o curso, com duração de seis horas, vai preparar profissionais para lidar com a nuvem e entender os riscos da terceirização do serviço.

Patricia vai orientar ao fato de que a nuvem não necessita de desenvolvimento de controles internos de segurança. “Nesse novo modelo de prestação de serviços, é fundamental o estabelecimento de uma relação de confiança entre o cliente e o provedor. A transparência da forma como o provedor implementa, desenvolve e gerencia a segurança é fator decisivo para se atingir esse objetivo”, avalia.

As inscrições podem ser feitas pelo treinamento@ppptreinamentos.com.br ou (11) 2678-0188. O investimento é de R$ 490 e há desconto de 15% para estudantes ou associados AASP, OAB, ABA, ISACA, ISSA.

Nuvem exige perfil profissional inovador e empreendedor

Quando as aplicações tecnológicas para o conceito de computação em nuvem iniciaram sua decolagem, a grande discussão entre os profissionais de TI era o possível achatamento do campo profissional e quais empregos a revolução na infraestrutura das empresas iria eliminar.

O que poucos souberam prever, no entanto, é a complexidade que iriam encontrar. O conceito introduziu uma variedade enorme de modelos tecnológicos no leque de opções das empresas. Entre eles, terceirizar totalmente sua infraestrutura, usar apenas aplicações departamentais, implementar ambientes híbridos de nuvens privadas e púbicas e sistema legado.

Nesse contexto, novos perfis de profissionais passaram a ser exigidos, com profundo conhecimento de linguagens de programação, plataformas e ampla bagagem em negócios. Mais um complicador em um universo nacional abalado pela carência de mão de obra qualificada.

Segundo o analista e sócio da TGT Consult, Pedro Bicudo, a formação do profissional de TI hoje não colabora muito com o novo cenário: ela está muito mais voltada para tecnologia do que para gestão. São muitos os formados em análises de sistemas e informática, mas poucos têm reais habilidades em avaliar problemas, sistematizar e conhecer a estrutura de
software a fundo para ter uma visão geral da computação em nuvem.

“Na realidade, a entrada de cloud computing nas empresas não muda o papel dos melhores profissionais de TI, na essência, pois esses continuam tendo de entender a necessidade dos negócios e buscar uma solução para supri-la. Mas agora as formas de contratação são as mais diversas, assim como os modelos de serviço”, diz Bicudo.
Na prática, o profissional passa a ter uma variedade muito maior de alternativas de soluções para escolher e não deve se prender apenas a requisitos técnicos, mas econômicos e de eficácia, levando em conta,profundamente, o tipo de negócio.
Para o líder do Centro de Estudos e Sistemas Avançados do Recife (Cesar) e mestre em computação pela Universidade Federal de Pernambuco, Rodrigo Assad,as mudanças que vêm ocorrendo no mundo da informática [não só por causa da nuvem, mas ao mercado de uma maneira geral], demandam que o profissional entenda de tecnologia de forma abrangente. “Por muito tempo, foi comum escolher a carreira de analista por não gostar de programar e vice-versa. Hoje, as pessoas precisam ser generalistas sobre todos os temas, e especializadas em uma área.”

Para Assad, o momento é para todos voltarem aos seus computadores, inclusive profissionais de nível de gerência, para rever os conceitos de programação.”Precisam entender como funcionam as aplicações, os códigos, como é a elaboração de um software. Hoje, muitas vagas de gerente de projeto, que se envolverá mais diretamente com a nuvem, exigem conhecimento em programação”, diz Assad.

O líder do Cesar destaca, no entanto, que o mais fundamental é ter habilidade de implementar um trabalho alinhado às regras de governança e aos padrões de infraestrutura de serviço (ITIL), já que trabalhar com computação em nuvem pode requerer, muitas vezes, empenho de gestão. Em resumo, não há uma formação específica a ser buscada. O melhor é manter-se em dia com todas as tendências de TI e estar aprendendo sempre.

Bicudo acrescenta que uma habilidade fundamental do profissional de cloud é abstrair da tecnologia, ou seja, adotar uma postura agnóstica em relação a linguagens e plataformas. Segundo ele, não é porque uma solução parece de qualidade superior que será melhor para a organização do ponto de vista de negócios. “Basicamente, o profissional tem de pensar em como reunir um portfólio de soluções com resultados. Um dos aspectos que podem prejudicar o quadro é justamente a paixão pela TI, quando, na verdade, o profissional precisa ter mais apego aos negócios.”

Somado a isso, vêm outras duas grandes habilidades fundamentais: o desenvolvimento de postura empreendedora e a habilidade de assumir e gerenciar riscos. “Isso inclui, por exemplo, ter perfil inovador para combinar soluções que nunca ninguém ousou”, completa.

10 habilidades essenciais

A ascensão da computação em nuvem nas empresas não foi silenciosa para profissionais temerosos. Mas o momento é de reavaliar seu papel na organização e as habilidades que pode buscar para atingir melhores posições. Obviamente, é necessário entender do essencial, como virtualização, consolidação de servidores e redes. Mas há também as habilidades de negócios. Confira a lista com dez habilidades essenciais, baseada na opinião de especialistas.

Departamento técnico: entendimento do núcleo das tecnologias que permitem a existência da computação em nuvem, como virtualização de servidores e storage, movimentação para uma arquitetura mais enxuta de tráfego no data center, entre outras.

Gestão de projetos: habilidade em gerenciar todo o ciclo de vida de um projeto específico de TI.

Conhecimentos de arquitetura: capacidade de projetar ambientes tanto dentro de casa quanto hospedados em ambientes de nuvem.

Contratos: habilidade em negociar e gerenciar múltiplos contratos com prestadores de serviços na nuvem.

Entrega de serviços: habilidade para negociar e seguir o fluxo de acordos de nível de serviços com clientes internos e externos.

Comunicação: capacidade de explicar e vender computação em nuvem para as pessoas-chave em uma organização.

Compreensão dos negócios: os profissionais de nuvem devem ter um entendimento amplo e profundo de como os serviços da empresa relacionados à TI podem ajudar a aprimorar os negócios.

Liderança: habilidade em convencer as outras pessoas a apostarem na computação em nuvem.

Inovação: ser aberto para explorar as mais novas tecnologias e serviços baseados em nuvem e conseguir enxergar possibilidades na combinação de diferentes soluções.

Tomada de risco: a nuvem requer profissionais de TI dispostos a assumir riscos para o aperfeiçoamento geral da organização.

TRT define aumento de 7,5% a 11% para profissionais de TI

Em julgamento realizado hoje (2/05), o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) atendeu às principais reivindicações dos trabalhadores de tecnologia da informação, que incluem reajuste salarial linear de 7,5%, obrigatoriedade de implementação de plano de Participação em Lucros e Resultados (PLR), vale refeição de 10 reais para jornada de 8 horas e 8 reais para jornada de 6 horas e aumento de 9% a 11% para os pisos.

Na ocasião, a relatora do processo, Maria Isabel Cueva Morais, garantiu ainda estabilidade de 90 dias aos colaboradores, contados a partir de hoje. “É uma grande vitória para os trabalhadores”, afirma Antonio Neto, presidente do Sindicato dos Trabalhadores de Tecnologia da Informação (Sindpd-SP).

A decisão também incluiu adicional de 100% no valor da hora extra com validade desde janeiro. Além disso, o piso de office boy recebeu reajuste de 11% e os de funcionários administrativo, digitador, técnico em informática e suporte help desk 9%.

O presidente do Sindpd-SP diz que a partir de agora o sindicato vai realizar campanha intensiva para que as companhias cumpram imediatamente a decisão do TRT. Para ele, o resultado mostra a importância do profissional de TI e que ele precisa ser mais valorizado.

Sindpd transmite hoje (25/5) julgamento de dissídio via Twitter

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) anunciou nesta terça-feira (24/5) que vai transmitir, pelo Twitter, os passos do julgamento do dissídio da categoria que ocorre hoje, quarta-feira, às 15 horas, na Justiça do Trabalho em São Paulo.

Segundo o Sindpd, a proposta de dissídio coletivo que será julgada – e que foi apresentada pelo Tribunal Regional do Trabalho, em reunião de conciliação – traz concessões em relação à original, mas atende às principais exigências dos trabalhadores do setor, como o aumento linear de 8,05%, vale-refeição de 10 reais para toda a categoria, pisos salariais para analista e programador e a aplicação obrigatória de planos de Participação em Lucros e Resultados.

Na reunião de conciliação, o sindicato patronal ofereceu 7,05% de aumento e negou todos os outros benefícios.

Para acompanhar a transmissão é preciso seguir o perfil do Sindpd no Twitter (@sindpd). Até a tarde desta terça-feira, o sindicato tinha 2.372 seguidores.

Após saída de CTO, Twitter decide deixar cargo vago

O Twitter perdeu na semana passada seu principal executivo de tecnologia – e não há sinais de que a vaga deva ter um novo ocupante.

Greg Pass, que atuava como CTO do microblog, deixou o cargo e a empresa na sexta-feira (20/5). Pass esteve no Twitter durante um período de crescimento acentuado: ele entrou em 2008, quando o Twitter comprou sua empresa, a Summize, um motor de busca para o Twitter.

O cofundador do Twitter, Biz Stone, comentou em um tuíte a saída de Pass: “O Twitter comprou a Summize há três anos, cofundador @gregpass está seguindo adiante – tivemos sorte de tê-lo por tanto tempo!”.

Em um e-mail enviado nesta segunda-feira (23/5) à Computerworld/EUA, a porta-voz do Twitter Carolyn Penner disse: “Não estamos procurando por um substituto, e Greg não tem qualquer plano para seu próximo passo.” Nenhuma explicação foi dada para sua saída.

Ela também disse que a empresa não vai remanejar uma pessoa da casa para preencher a vaga. A posição de CTO ficará simplesmente vazia.

A decisão é ímpar, de acordo com Zeus Kerravala, analista do Yankee Group.

“É inusitado”, disse. “Qualquer capacidade de uma empresa de tecnologia sobreviver no longo prazo baseia-se na habilidade de continuar a inovar… Parece muito estranho o Twitter não querer preencher esta vaga o mais rapidamente possível. Será que pensam estar numa posição tão forte que não precisam de um CTO? Mas não posso realmente crer que uma empresa de tecnologia não seja paranóica o suficiente para dispensar um CTO.”

Por outro lado, Ezra Gottheil, analista da Technology Business Research, afirmou ser possível que o Twitter deixe sua equipe de engenheiros conduzir-se de forma autônoma.

“O CTO é uma pessoa de frente, representando a tecnologia da empresa para o mundo externo”, acrescentou. “Uma pessoa não pode definir toda a tecnologia… O trabalho técnico chave é feito em equipes. Há líderes e pessoas de habilidade técnica superior, mas ainda é um processo de equipe.”

Gottheil disse ainda que o Twitter provavelmente tem, dentro de casa, o pessoal qualificado de que precisa.

Smart Solutions abre 10 vagas de analistas e consultores

A Smart Solutions está selecionando profissionais para  dez vagas na área de tecnologia. Serão contratados desde analistas a consultores especializados, para atuar na sede da empresa no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Os candidatos devem ter formação em Tecnologia da Informação ou em cursos da área de informática, além de conhecimentos nas tecnologias: Business Intelligence; Data Warehousing; Extração, Transformação e Carga (ETL); linguagem PL/SQL Oracle; Hyperion Essbase; Hyperion Planning; Hyperion Financial Management; Hyperion Strategic Finance; Hyperion Interactive Reporting; Hyperion Web Analysis; Oracle Business Intelligence Enterprise Edition (OBIEE); e Modelagem de Dados Dimensional.

“Os candidatos que forem escolhidos integrarão uma equipe de elite em Business Intelligence e Enterprise Project Management. Buscamos profissionais qualificados, que tenham ambições de carreira e, sobretudo, capacidade de se comunicar, trabalhar em equipe e lidar com a pressão de conduzir projetos”, informa a gerente de Recursos Humanos da Smart Solutions, Tathyane Guedes.

O processo de seleção inclui análise de currículo, provas técnicas e entrevistas internas. Entre os benefícios oferecidos pela Smart Solutions estão vale-refeição, vale-transporte, seguro saúde e odontológico e suporte ao desenvolvimento profissional.

“Nossos profissionais são treinados no Instituto Visão de Tecnologia e Gestão da Informação. Além disso, eles têm a oportunidade de realizar intercâmbios internacionais para conhecer as novas versões de produtos e, assim, ficarem atualizados com as novas tecnologias em primeira mão”, explica Tathyane.

Os interessados devem cadastrar os currículos por meio do site www.smartsolutionsit.com.br ou enviá-los para th@smartsolutionsit.com.br.