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Twitter ganha do Facebook na preferência dos recrutadores sociais

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Praticamente a metade, 48%, dos profissionais de recursos humanos e head hunting tem no Linkedin sua rede social preferencial para garimpar e recrutar talentos.

A constatação é da empresa de social recruiting Bullhorn Reach, que realizou um estudo sobre recrutamento em redes sociais, o “2012 Recruiting Activity Report”, com mais de 35 mil de seus cadastrados, para entender o uso do Linkedin, Facebook e Twitter nesse segmento.

A pesquisa identificou que 21% dos profissionais de recrutamento estão conectados nas três redes sociais, mas verificou que 48% de todos os entrevistados usa exclusivamente o Linkedin para a tarefa. Um dado interessante é que a segunda rede social mais adotada é o Twitter, com 19% dos entrevistados dizendo que a utiliza em conjunto com o Linkedin para suas pesquisas.

O Facebook ficou em terceiro lugar no uso de recrutamento corporativo e apenas 10% da audiência ouvida disse utilizar a rede social em conjunto com o Linkedin para o head hunting. Veja mais detalhes do estudo no infográfico abaixo e faça o download do estudo completo em www.bullhornreach.com.

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Cinco pontos fundamentais para decisões relacionadas à carreira

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Tomar decisões sobre o curso da carreira nunca é fácil, esteja o profissional procurando por um novo emprego ou avaliando a oferta de um empregador em potencial.

É por isso que ter um guia objetivo para a tomada de grandes é importante. A recrutadora da empresa norte-americana de RH Russel Reynolds Associates, Shawn Banerji, aconselha os executivos a seguirem cinco critérios na avaliação de uma oferta de emprego: posição, pessoas, plataforma, lugar e pagamento. “Esses são os cinco pontos que devem ser levados obrigatoriamente em consideração”, diz Banerji.

Essa metodologia ajuda a reduzir a complexidade da decisão direcionar o foco da análise e levar o executivo a refletir se vale mesmo a pena deixar a posição atual.

Confira os detalhes sobre cada ponto a ser a avaliado:

1 – Posição – Para determinar se a posição que está sendo oferecida é a certa para o profissional, ele deve ter respostas claras para uma série de perguntas: qual será seu papel efetivo na nova empresa? Quais serão as responsabilidades do papel e as expectativas para com o mesmo? Está confiante que pode ser bem sucedido no papel? Para quem se reportará? Qual a importância do cargo na escala de valor da companhia? Terá o poder necessário para fazer as realizações que espera?

2 – Pessoas – O profissional se dá bem com as pessoas com as quais trabalha atualmente ou com as quais pode vir a trabalhar? Banerji ressalta que isso é muito importante, já que o tempo gasto com os colegas chega a ser maior do que o investido em família e amigos.

3 – Plataforma – O profissional conta com uma plataforma com a qual se sente confiante e pronto para dar contribuição material? É importante considerar os objetivos de negócios da companhia: ela está passando por uma reformulação? Crescimento? Aquisições ou alienação? Banerji diz que essencial é entender como as habilidades e competências do profissional se alinham com a direção dos negócios.

4 – Lugar – Onde a vaga está localizada fisicamente? O mercado imobiliário na região facilita a realocação para assumir o novo cargo? O novo empregador ajudará com a mudança?

5 – Pagamento – O retorno da investida é proporcional ao risco que se está tomando ou a contribuição que será feita?

E você leitor? Que critérios utiliza para determinar se deixar a vaga atual para um outro emprego é a coisa certa a se fazer?

Apesar de os conselhos de Banerji terem sido direcionados aos executivos, eles se aplicam a profissionais de todos os níveis. Tente aplicá-los.

40 a 55 anos, experiência ou impedimento?

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Patrick Thibodeau e Sharon Machlis, da ComputerWorld-EUA*

No início de 2007, depois de sete anos trabalhando na mesma companhia, Maribeth McIntyre, de 55 anos, foi demitida. “Até aquele momento”, diz, “encontrar trabalho era uma ocupação tranqüila”. Mas isso foi na época pré-crise, quando o mercado de trabalho em TI estava aquecido e profissionais, como Maribeth, gestora de projetos e analista de sistemas com especialização em RH e administração de folhas de pagamento, não tinham qualquer dificuldade em encontrar uma colocação em seu país (EUA).

Ainda no mesmo ano, era comum que Maribeth tivesse duas ou três entrevistas semanais, todas bastante promissoras. Mesmo assim, levou oito meses para que a analista de sistemas conseguisse uma vaga. “Eu começava a suspeitar que fosse haver problemas com minha idade”, lembra a analista.

Nos últimos dois anos, profissionais com idade superior aos 55 anos têm enorme dificuldade em conseguir colocação no mercado de trabalho. Segundo registros do Ministério do Trabalho dos EUA, a taxa de desemprego para ocupações relacionadas à computação subiu de 6% para 8,4%, entre 2009 e 2010. No caso de mulheres, esse número gira em trono de 9,4%, para homens da mesma idade, a taxa de desemprego é de 8%. A taxa de desemprego para profissionais das áreas de TI, do ano passado, no geral, ficou em 5,2% – sem alterações relacionadas ao ano anterior.

Enquanto isso, os números revelam uma tendência inversa para candidatos entre 25 e 54 anos. Nessa categoria, a taxa registrou queda de 5,1% (2009) para 4,4% em 2010.
 
Com a recessão, Maribeth perdeu o cargo de consultora. Em 2009, conseguiu uma colocação temporária e, em 2010, outro contrato semelhante, findado em poucos meses. Atualmente, a analista de sistemas mantém um diário no site Daily Kos, onde aparece com o nome de Embee. Nele, já havia percebido uma opulência de profissionais de idade avançada reclamarem da dificuldade em conseguir uma vaga. Ao perceber tal movimento, fundou um fórum de nome “50+ and Unemployed (underemplyed) Support Group” (Grupo de apoio aos Desempregados e Subrenumerados com mais de 50 anos de idade, em tradução livre do inglês).

A iniciativa trouxe um volume razoável de retornos. Ela afirma que o propósito do fórum é partilhar ideias e formar redes de contato em que às pessoas é dada a oportunidade de desabafar. “Chega um momento em que seus amigos não aguentam mais ouvir seus lamentos”, conta, bem-humorada.

“O mercado de trabalho de TI mostra sinais de melhora para candidatos de todas as faixas etárias”, afirma Todd Thibodeaux, presidente e CEO da Computing Technology Industry Association ¬ CompTIA (associação das indústrias de computação e tecnologia).

O executivo relata que a demanda por mão de obra em TI está em alta.
Especialmente para os profissionais capacitados a desenvolver soluções para plataformas móveis e especialistas em segurança na integração de soluções em nuvem com outros ambientes.

Por um lado, o segmento de mobilidade é atraente para os jovens. “Já a nuvem e o segmento de saúde são inclinados a contratar profissionais com maior bagagem profissional”, completa Thibodeaux.

Os quarentões de TI brasileiros

No Brasil, mesmo com o mercado aquecido e a falta de profissionais qualificados, a situação não é muito diferente, de acordo com Almir Ferreira de Sousa, professor associado da Faculdade de Economia, Administração e Contabilidade da USP (FEA). Em recente reportagem para o site da COMPUTERWORLD, ele declara que a grande dificuldade para os profissionais de TI, com mais de 40 anos, em preservar suas colocações ou se recolocarem quando estão fora do mercado de trabalho, reside especialmente no fato de não se atualizarem.

Munido dessa certeza, Sousa criou um curso gratuito, com duração de dez meses, para executivos de TI, fora do mercado a partir de quatro meses, que desejam a recolocação. Realizado na Fundação Instituto de Administração (FIA), a iniciativa existe desde 2006 e já formou quatro turmas. O objetivo maior é reciclar o conhecimento desses profissionais. “É uma questão de alinhamento com o que está acontecendo no setor. Para isso, elaboramos com esse foco toda a programação do curso”, diz.

As aulas abordam temas como matemática, tecnologia da informação, administração financeira, mercado de capitais, marketing de relacionamento, além de workshops. A faixa etária que predomina nas turmas está entre 40 e 50 anos. “O índice de recolocação é de 75%, um resultado altamente satisfatório”, afirma o coordenador do curso.

Sharon Ann Sulzbeck, de 46 anos, que participou da última turma da FIA, de 2010, já está de volta ao mercado. Depois de amargar quase um ano de desemprego, vítima do famoso corte de custos. “O curso teve início em março e em agosto ingressei na Talent pro Information Technology, empresa de consultoria em TI”, diz.

Formada em tecnologia de processamento de dados pela universidade Mackenzie, Sharon atualmente ocupa o cargo de analista de sistemas e atende o cliente Banco Votorantim. “Tive de dar alguns passos para tras, porque estava acostumada a coordenar equipes”, relata. “Mas o importante é recomeçar.
Traçar novamente objetivos de ascensão. É um novo começo e você tem de estar preparado para esse desafio.” Segundo Sharon, o curso não somente atualiza o profissional, mas especialmente recupera a autoestima. ³Ficamos mais confiantes, trocamos experiências com os colegas na mesma situação e tudo começa a acontecer”, relata.

Maria Paula Menezes, gerente da divisão de tecnologia da Robert Half Technology Brasil, empresa de recrutamento especializado, acredita que há dificuldades sim na recolação de profissionais mais seniors no Brasil, contudo, em muitos casos, ter mais idade é interessante para alguns setores, como na indústria, por exemplo. “Eles preferem pessoas mais experientes e que transmitam poder de liderança”, diz.

Ter um perfil que inclui alta energia, boa apresentação, facilidade de comunicação e atualização é fundamental para vencer o peso da idade em um processo de seleção, na opinião da executiva. “É claro que na faixa etária depois dos 40, o profissional se sente ameaçado pela geração Y”, destaca.
“Mas é importante lembrar que essa geração é muito ansiosa, quer crescer rápido e a maior parte das empresas não tem como atender. É aí que o profissional mais experiente ganha vantagem.”

Sharon também já se sentiu intimidada pela “garotada de TI”, como define essa nova geração. “Mas sei que o fato de eu saber como proceder diante de diretorias, ter tranquilidade para administrar conflitos e gerenciar pessoas me coloca em posição de vantagem”, afirma.

Maria Paula não acredita em um quadro que sentencie os profissionais de TI na faixa de mais de 40 anos no País. “Eles precisam estar abertos à evolução. Assim como qualquer outro profissional dos variados setores da economia”, diz e acrescenta que as profissionais de TI estão ganhando terreno.

“Eu mesma estou coordenando um projeto para uma empresa cliente, que deseja uma alta gestão e diretoria formadas por mulheres. Elas estão em alta no Brasil.” Mas, segundo ela, observa-se ainda certa resistência para os cargos de coordenação de equipe, por exemplo, que lidam com quadros de missão crítica em TI, com SLAs agressivos e ambientes de 24 x 7.

“Muitas empresas acreditam que as mulheres não têm o pulso necessário para comandar áreas críticas, infelizmente.” “Nunca fiquei sabendo qual foi o real motivo de eu não ter conquistado uma vaga depois de uma entrevista. Eles nunca falam”, relata Sharon. “Não sei se pela qualificação inadequada, pela idade, ou pelo fato de ser mulher. Até mesmo por todo esse bloco. Por um lado pode doer, e, por outro, já ajudaria a me adaptar para outras entrevistas”, diz. “O importante é se reciclar, seguir em frente, buscar em si mesmo o que há de melhor e não ter medo de recomeçar”, ensina.

* Colaboração nacional de Solange Calvo

Profissão TI: um risco à saúde?

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O dia deles começa com preocupação. Será que houve alguma eventualidade essa noite e quais serão os últimos ataques contra os sistemas de TI da empresa?

Ao anoitecer, problemas de concentração e de postura não dão folga aos profissionais de TI. Seu calvário digital parece não ter fim.

Quais serão as categorias mais afetadas e será que todas as terapias e escapadinhas de final-de-semana são a solução apropriada para esses profissionais? Descubra no artigo a seguir.

O sofrimento dos profissionais

Segundo um estudo da universidade alemã de Duisburg, o sono é a parte mais afetada em colaboradores de TI nas empresas. Na lista de incômodos pesquisados com mais de 300 profissionais, entram, ainda, dores nas costas (46%), problemas de memória (45%) e problemas de gastrite e de má digestão com 35%.

Acordar com a sensação de não ter dormido é normal para um quarto dos respondentes e mais de 30% aventam várias vezes ao dia largar tudo e fugir para uma caverna distante no meio da natureza (contanto que tenha internet).

Segundo a Dra. Anja Gerlmaier, especialista em medicina laboral na universidade, o problema surge quando o funcionário não tem um plano de trabalho organizado ou uma agenda fixa. “Tarefas críticas e a falta de planejamento delas são alguns dos problemas enfrentados por esses profissionais”, diz. A distância em casos de trabalho remoto é outro fator que pode contribuir para a estafa profissional. “Esta alocado no Texas, por exemplo, e ser dirigido a partir de um escritório em Hamburgo, norte da Alemanha, é negativo por que o funcionário não tem como transmitir seu estado de cansaço ao superior, seja via email ou em uma conferência virtual”.

As conseqüências de tal rotina são sempre as mesmas: agitação, ansiedade, incapacidade de desligar-se das atribuições profissionais e problemas para dormir.

Resta a pergunta: o que devem fazer os profissionais de TI para dar conta desses inconvenientes?

A Dra. Gerlmaier acha que essa pergunta está errada.

“Profissionais de TI, normalmente, não fumam, praticam algum esporte e tentam cuidar da questão do sono”, diz. “Massagens e terapias orientais também não são a solução para esses colaboradores”, afirma. Segundo a Dra. Shiatsu e outras terapias servem para mascarar uma verdade e transformar o que na verdade é sobrecarga em desafio pessoal.

Gerlmaier dá algumas dicas sobre o que fazer quando um funcionário de TI sente estar sobrecarregado.

1. Nas férias, descanse

2. Horas de descanso têm esse nome justamente por não serem iguais às outras. Por mais difícil que possa parecer, desligue o PC em casa.

3. Experimente sensações contrárias as da rotina de trabalho. Raiva e frustração não devem permear seu tempo livre. Ou seja, se no trabalho a pressão por melhores resultados é constante, procure, sempre que puder, ir até um ambiente livre de pressão, sem cobrança.

Sobre os grupos de risco

Na carreira de profissionais de TI, existem momentos e posições mais propícios para experimentar o famoso “burnout” ou o ataque de nervos profissional.

Iniciantes: assim que recebem o diploma muitos recém-formados passam a incrementar o quadro de funcionários das organizações. Nesse caso, o perigo maior é para quem jamais passou por uma fase de estágios ou de preparo intenso.

Novos líderes: Esse público costuma estar na faixa etária entre os 30 e 50 anos e ser os recém-chegados aos níveis de liderança. Para eles, a tarefa de encontrar seu lugar em meio à organização é tão difícil quanto lidar com a falta de experiência. Ambos podem tornar a existência do profissional um pesadelo.

Colaboradores nômades: A ameaça à saúde é generalizada para colaboradores que vivem com um pé aqui e outro acolá. É o caso, por exemplo, de consultores em constante deslocamento entre a empresa e o cliente. Na análise da Universidade, esse tipo de colaborador tem as taxas mais altas de burnout entre todos.

Colaboradores multitarefa: Normalmente, esses profissionais estão na casa dos 40 ou 60 anos e aglutinam sob seu comando vários projetos de uma vez. Sofrem, além da pressão da idade, a pressão por performance e resultados ideiais – afinal de contas, na visão do empregador, esse pessoal já não é mais nenhuma criança.

Aprenda a usar o LinkedIn para conquistar uma promoção

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Os três melhores meses para promoção dos talentos brasileiros são janeiro, julho e agosto. A revelação é de uma análise realizada pelo LinkedIn, a maior rede social profissional do mundo, com mais de 90 milhões de usuários. O estudo teve como objetivo avaliar qual é a melhor época do ano para os funcionários abordarem o chefe para obter aquele tão sonhado aumento salarial e também dar dicas para autopromoção.

Globalmente, o crescimento profissional ocorre com mais frequência em janeiro, julho e setembro, constata a pesquisa do LinkedIn. Entretanto, o estudo verificou que profissionais brasileiros que atuam com consultoria e gestão apresentam um aumento significativo de promoções em setembro, acima da média em relação a outras atividades indicadas.

O relatório também apurou que o ciclo de reconhecimento profissional está gradualmente mudando, devido, em parte, aos talentos que nasceram de 1980 a 1995. Esse grupo é o que mais consegue promoções ao longo do ano (e não apenas em Janeiro, o que ocorre na maioria dos casos). Na década de 90, janeiro era disparado o melhor mês para promoções, no mundo todo. Entretanto, dados do LinkedIn revelam que esse panorama tem mudado nos anos 2000 – o mês ainda se destaca, mas perde força para outros períodos.

“O LinkedIn foi lançado em 2003, mas nosso banco de dados permite identificar tendências profissionais que se estendem por décadas”, diz o cientista chefe do LinkedIn, DJ Patil. Ele acredita que a rede social pode ajudar os associados a alcançar seus objetivos de carreira, utilizando a rede da maneira mais eficaz e produtiva.

A especialista em carreiras e empregos do LinkedIn, Lindsey Pollak, acrescenta que uma das melhores formas de se conseguir uma promoção é se autopromovendo. “O LinkedIn é o lugar perfeito para profissionais conseguirem clientes, fornecedores e outros terceiros para enviar recomendações sobre seus perfis. Ao incentivar outros profissionais a corroborar o bom trabalho que você faz atualmente, aumentam suas chances de dar o próximo passo na carreira”, diz ela.

Veja a seguir dicas de como aproveitar o LinkedIn para conquistar uma promoção:

Mire os holofotes para novos conhecimentos
Impressione seu gerente, adquirindo conhecimentos que vão além de seu papel atual. Verifique se o seu perfil no LinkedIn está completo, com todas as habilidades que absorveu. Expandir seus horizontes é louvável e chama a atenção de seus superiores. Se sua empresa subsidia de alguma forma programas de estudos, tire proveito disso. Se você tem certificados ou retornou aos estudos para conquistar um cargo melhor, não deixe de citá-los em seu perfil e durante a avaliação com seu superior.

Conecte-se a quem se encontra em níveis superiores
O LinkedIn Advanced People Search identifica profissionais que tenham o cargo ao qual você deseja ser promovido. Buscar mentores e colegas é uma forma de se preparar para a promoção de 2011. Você pode construir uma sólida relação, que poderá lhe render bons conselhos quando necessários.

Destaque o bom trabalho realizado
Comente com seu gestor as suas realizações. Mesmo que elas sejam excelentes, podem ter sido esquecidas. Documente os marcos na sua carreira solicitando recomendações no LinkedIn. Se um cliente, por exemplo, envia um e-mail agradecendo pelo evento maravilhoso que você viabilizou em tempo recorde, gentilmente sugira que ele lhe recomende (caso se sinta confortável fazendo isso) e também encaminhe o elogio ao seu superior, para que ele fique ciente do bom trabalho realizado.

O caminho das pedras para a difícil escalada ao poder nas empresas

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A maioria de nós não quer estar no mesmo lugar exercendo a mesma função daqui a cinco ou sete anos. Ainda assim, abordar o tema “mudança de atribuições” ou, o politicamente correto “plano de carreira” junto aos superiores pode ser uma tarefa para lá de complicada. Então reunimos algumas sugestões que podem adoçar essa conversa, azeda por natureza.

Seja claro

Alguns profissionais temem que sua vontade de ascender dentro da empresa chegue aos ouvidos do chefe. Essa sensação de insegurança cresce quando a suposta promoção pode significar a transição de uma equipe para outra. Acontece que, se avançar na carreira for muito importante para você, o apoio por parte do superior pode ser indispensável.

Uma conversa aberta e objetiva acerca de seus objetivos profissionais é uma boa forma de começar. Possivelmente você esteja de olho nas cadeiras de encostos largos da diretoria, e não há nada errado com isso. Mas ignorar os colegas da gerência de departamentos e com funções mais simples pode prejudicar sua jornada rumo aos cargos objetivados.

Afinal de contas, esses gerentes de níveis inferiores lidam diariamente com os tubarões. São eles que têm maior contato com sua produção, sabem do desempenho profissional oferecido pelo seu trabalho e ainda são as alavancas que podem facilitar sua ascensão.

Mantenha contato com esses gerentes e deixe explícito que alguns motivos de sucesso da corporação são fruto de sua intervenção e empenho. Se ofereça para agir como intermediário na apresentação de novos projetos à equipe; fortifique seu relacionamento (se não gosta da palavra networking) com outros departamentos da casa, seja voluntário para aqueles casos em que todos preferem sumir a ser considerados para cumprir determinada tarefa.

Caso você viva com a impressão de ser prejudicado e de ter as oportunidades de realização profissional sendo afastadas de seu raio de ação, procure encontrar um espaço que lhe permita brilhar como profissional.

Em todo caso, não esqueça que o que o separa dos cargos pretendidos tem passagem obrigatória por atribuições de médio alcance – você não pulará do seu cargo atual para o de executivo megapoderoso  da noite para o dia.

Enquanto isso, encontre um mentor de outra empresa, alguém que possa servir de orientador. Fique em contato com esse cidadão e absorva o máximo de ensinamentos que puder.

De colega a chefe

Digamos que você conseguiu, com sucesso, assumir um cargo de chefia e que, de repente, passa a comandar aqueles com quem almoçava diariamente. E agora?

Virar superior de seus antigos colegas é tarefa das mais difíceis, pois, muitas vezes, implica em determinar limites em relações que eram recheadas de tapinhas nas costas e churrascos de amigos.

É sugerido que você tenha uma conversa franca com os colaboradores que passará a comandar. Evite conversas particulares e deixe claro que houve mudanças no relacionamento. Esclareça que gerir o desempenho deles será atribuição sua e deixe todos cientes do que é esperado deles.

Solicite que regularmente lhe deem um retorno sobre a forma que você conduz o departamento ou a seção. Peça que deem sugestões de como melhorar a dinâmica e os resultados. Ao assumir tal postura, você demonstra que não tem receio de revelar fraquezas ou de aceitar colaboração. Críticas também devem ser bem-vindas; elas ajudarão a desenvolver suas habilidades de liderança.

Todas as dicas dadas nesse artigo são – sabemos disso – muita mais fáceis de por no papel do que realizar. O clima dentro das organizações nem sempre é igual ao reproduzido em propagandas de margarina, com uma família feliz e um belo labrador  correndo em um grande quintal.

Ainda assim, é razoável que você tente transportar tudo, menos o labrador, para a seção em qua trabalha e onde passa  mais tempo com estranhos que com sua família.

(Tammy Browning)

Seis tendências do mercado de trabalho em 2011

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Em 2009, quando as taxas de desemprego chegaram a níveis alarmantes nos EUA, chegando aos 10% depois de quase três décadas de tranquilidade, todos apostavam em 2010 como o ano da recuperação. Mas não foi bem assim. Estamos próximos do Natal e, com 9,8% de desemprego, continuamos perigosamente perto dos 10%.

Então, chegada a hora de se preparar para varrer a internet atrás de um novo emprego e de começar 2011 com uma perspectiva melhor, encontramos seis tendências com viés tecnológico que podem ser importantes para esse ano que começa daqui a duas semanas.

1. CV agora é digital
Impressora? O que é isso? Em que século estamos? E as árvores?

Seu CV digital pode ser um perfil no LInkedIn ou um blog pessoal. Se preferir, pode ainda ser um serviço contratado igual o Elance, que possibilita interagir com outros membros da rede e exibir seu portfólio com base em exemplos online. O Elance exibe também recomendações de colegas, prova irrefutável de sua competência.

“É o fim do CV impresso”, diz o CEO da Elance, Fabrio Rosati. “Eles são estáticos e ficam desatualizados com uma velocidade enorme” adverte.

Rosati diz que para 2011, as perspectivas de ser rastreado digitalmente antes de qualquer contato direto são imensas.

2. Sistemas móveis
Durante todo o ano de 2010 ficou evidente que empresas e consumidores querem soluções que funcionem bem em dispositivos móveis e em desktops. Isso não passa despercebido por agências de RH digitais.

A Elance percebeu um aumento de 98% na demanda por aplicativos compatíveis com a plataforma móvel. Um forte indício de que as empresas irão lançar mais e mais dispositivos móveis.

Essa mudança terá reflexo direto na forma em que sites são programados. Para 2011 esperam-se sites de design mais enxuto e de fácil leitura. Algo que fique bem em uma tela de 3,5 polegadas.

3. Funcionário virtual trabalha de casa
A cada ano, a comunicação derruba barreiras longamente vistas como impeditivo que certas tarefas fossem cumpridas a partir de qualquer lugar.

Bom, para 2011 essa tendência deve crescer. De acordo com a Elance, recursos de plataformas colaborativas, banda larga em níveis aceitáveis, telepresença e outras soluções virtuais poderá facilitar o chamado Home Office.

Se lembrarmos que, no começo de dezembro, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 4505/08, que trata do Teletrabalho, e que ainda falta a aprovação do Senado, o tema será quente em 2011 também no Brasil.

4. A guerra Flash x HTML5
Incrivelmente famoso e aceito em todas as plataformas de navegação, o HTML5 está muito próximo de se tornar o substituto do Flash na hora de entregar conteúdo interativo.

Mas, segundo informações da Elance, isso ainda não aconteceu.

Existe, isso é inegável, uma procura alta por programadores HTML5, mas o Flash continua na liderança, mesmo depois de ter perdido o apoio da Apple.

E não interessa quem vença essa luta, o HTML5 ou o Flash. Certo é que haverá demanda por programadores que atuem em um dos dois fronts. Escolha o seu lado.

5. Negócios, negócios; rede social a parte?
As repetidas investidas da Google contra o Groupon podem ser o sinal mais evidente da necessidade de empresas comerciantes terem de investir em mídias sociais.

Para Rosati, isso se manifesta de formas diferentes. As companhias terão de investir mais em ferramentas para dar conta de sua interação social. Para tal, devem escolher profissionais de perfil altamente envolvido em ações desse tipo.

As vias de comércio devem se dar com base em relacionamento e usar as redes de contato do Facebook, do Twitter e de outras rodas digitais. Tudo para aproveitar o boca-a-boca que corre nesses meios.

Então uma das demandas principais será por gente que entende o valor dessa interação e saiba conduzir esse processo de maneira tranqüila, próxima ao consumidor/amigo/fã.

6. Aqui jaz o marketing tradicional
Em 2011, de acordo com a Elance, as empresas devem continuar migrando recursos originalmente usados em estratégias como o marketing direto e telemarketing.

O alvo, agora, serão as mídias digitais. E o trio escolhido para liderar essas investidas são os irmãos SEO (otimização de sites para motores de busca), SEM (investimento em links patrocinados) e SMM (marketing desenvolvido para acontecer dentro das mídias sociais).

“Qualquer empresa realmente interessada em participar da vida do consumidor, deverá estar onde este for. Nas redes sociais, nos sites de busca (Google e Bing) e na lista de amigos de meus amigos”, finaliza Rosati.

(Shane O’Neill)

Cloud computing pode promover profissionais de segurança de TI

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Por ANH NGUYEN, DA COMPUTERWORLD UK

Pesquisa realizada pela consultoria Frost & Sullivan revela que quase metade dos profissionais de segurança da informação acredita que cloud computing vai influenciar o aumento da demanda por suas habilidades. Para chegar a essa conclusão, a instituição realizou levantamento com 7.547 provedores de segurança.

Dos profissionais de TI, 55% acreditam nesse aumento, enquanto os que trabalham com serviços de telecomunicação e de mídia vislumbram um cenário um pouco menos promissor, com 51% cada. Já os que atuam no governo pensam que atividades de segurança deverão expandir 50%.

Por outro lado, 38% dos entrevistados apostam que a computação em nuvem vai manter a demanda no mesmo patamar em que se encontra hoje. Essa percepção foi sentida especialmente por aqueles que estão ligados aos setores de atacado, varejo e utilities, todos com 44%. Apenas 6% respondeu que o modelo vai diminuir a demanda por profissionais de segurança da informação.

O relatório mostrou ainda que no topo das preocupações dos executivos em relação à cloud está a exposição de informações confidenciais em sistemas não autorizados ou pessoais. Além da perda ou roubo de dados.

O terceiro ponto mais observado foi a possibilidade de contar com um sistema fraco de controle de acessos, seguido ainda pelo ataques virtuais, especialmente observado pelas organizações governamentais.

Uma das habilidades mais citadas que são exigidas aos profissionais de segurança da informação para que eles possam atuar com computação em nuvem foi o conhecimento profundo do modelo. Em seguida, estava a exigência de especialização técnica aprimorada e de habilidades de negociação do contrato de serviço.

O relatório anual completo, que abrange outros aspectos do trabalho de segurança da informação, como o impacto da mobilidade e dos meios de comunicação social, está previsto para ser lançado oficialmente em 17 de fevereiro.