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Archive for the ‘Educação’ Category

Ciência sem Fronteiras abre inscrição para novas bolsas no exterior

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O programa Ciência sem Fronteiras do governo federal abre inscrições, no período de 6 de agosto a 14 de setembro, para novas chamadas da graduação sanduíche, assim denominada por estabelecer critérios de estudos no Brasil e no exterior.

Os estudantes interessados poderão se candidatar a destinos como Austrália, Alemanha, Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos, Holanda e Reino Unido. Os que estiverem aptos, poderão iniciar sua graduação entre os meses de janeiro e fevereiro de 2013.

As chamadas trazem como novidade a inclusão de novas áreas e temas em que os estudantes poderão optar. São elas:

- Indústria criativa, voltados a projetos e processos para desenvolvimento tecnológico e inovação (arquitetura, design, software, jogos de computadores, cinema, vídeo, fotografia, música, artes, televisão, conteúdos digitais, editoração e publicação eletrônica).

- Novas Tecnologias de Engenharia Construtiva; e Formação de Tecnólogos, em todas as áreas já contempladas pelo programa anteriormente.

Para concorrer à vaga, o candidato deve estar matriculado em curso de nível superior nas áreas e temas do programa; ter nacionalidade brasileira, já ter cursado, no mínimo, 20%, e, no máximo, 90% das matérias previstas em seu curso; apresentar o teste de proficiência na língua do país de destino; ter nota acima de 600 pontos no Exame Nacional de Ensino Médio (Enem) e possuir bom desempenho acadêmico.

A previsão é que, neste mês de agosto, seja aberta uma chamada para o Japão. Em novembro, deverá começar o período de inscrições das chamadas para Espanha, Portugal, França, Itália, Bélgica, China, Noruega e Finlândia, além de Suécia e Dinamarca, que também podem aderir ao programa. Todas estas chamadas serão destinadas à graduação sanduíche.

Iniciativa

O programa Ciência sem Fronteiras (CsF) é uma iniciativa do Governo Federal, por meio dos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC), e suas instituições de fomento – Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq/MCTI) e Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).

O objetivo do CsF é qualificar a formação de recursos humanos nas melhores universidades e instituições de pesquisa estrangeiras, além de promover a internacionalização da ciência e tecnologia nacional e estimular estudos e pesquisas de brasileiros no exterior, inclusive com a expansão significativa do intercâmbio e da mobilidade de graduandos.

HP oferece treinamento online grátis para jovens talentos

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A HP colocou em prática o seu “Ciclo de Seminários Virtuais”, uma série de cursos entre os meses de junho e dezembro de 2012, totalmente online, dando suporte à capacitação no setor.

Os cursos são direcionados aos estudantes, profissionais e aos próprios funcionários da companhia em toda a América Latina que tenham interesse no treinamento de novas tecnologias da marca.

Esta iniciativa partiu da área de Recursos Humanos da HP, em resposta às crescentes exigências e desafios que os profissionais do setor enfrentam.

“As temáticas apresentadas pretendem oferecer as ferramentas necessárias que podem comparar aquilo que foi aprendido em teoria com a realidade própria do mercado”, informa a fabricante.

Os cursos ministrados por brasileiros são em português, mas também há treinamentos em espanhol e inglês. Entre os principais temas abordados, estão: ITIL 2011, Java 7, gerenciamento de equipes distribuídas, computação em nuvem e virtualização, .Net, desenvolvimento para a web, banco de dados Oracle, arquitetura e qualidade para o desenvolvimento de software, desenvolvimento de aplicações para iOS, entre outros.

Os interessados podem se inscrever no site da HP em espanhol onde encontrarão informações completas sobre as datas de início dos cursos, materiais, fazer pesquisas e até consultar oportunidades de trabalho disponíveis.

Ciências Sem Fronteira manda 6,7 mil pesquisadores brasileiros para o exterior

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Mais de 6,7 mil brasileiros já foram beneficiados pelo programa Ciências Sem Fronteira, que financia estudos para pesquisadores no exterior. Os dados fazem parte de balanço, divulgado pelo ministro de Educação (MEC), Aloizio Mercadante. 

Projeto entrou em vigor no País em dezembro do ano passado e tem a meta de oferecer 101 mil bolsas de graduação e pós-graduação até 2015.

Em setembro, mais 12 mil alunos embarcam para o exterior para fazer um ano da graduação em instituições de 12 países: Alemanha, Austrália, Bélgica, Canadá, Coreia, Espanha, Estados Unidos, França, Holanda, Itália, Portugal e Reino Unido. Para este ano, a previsão é a concessão de 20 mil bolsas.

O programa Ciência sem Fronteiras foi lançado em dezembro de 2011 pela presidente Dilma Rousseff. A iniciativa é coordenada pelo MEC e  Ministério da Ciência e Tecnologia e Inovação (MCTI).

A meta do projeto é oferecer 101 mil bolsas de graduação e pós-graduação até 2015, sendo 75 mil bancadas pelo próprio governo federal

Mercadante informou que os próximos editais do Ciência sem Fronteiras serão lançados no final deste mês. Serão oferecidas bolsas para graduação sanduíche nos 12 países que receberão os bolsistas em setembro, e também na China.

Brasil deve formar 65 mil jovens na área de TI em 2012, prevê estudo

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Pelo menos 65 mil jovens deverão concluir cursos de graduação e profissionalizantes na área de TI em 2012 no Brasil, o que pode ser um alento para reduzir o déficit de mão de obra do setor no País. A previsão é do segundo volume do estudo “Software e Serviços de TI: A Indústria Brasileira em Perspectiva”, que será aprenstando ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), na próxima quarta-feira (10/07), em Brasília.

Do número total, 35 mil são da graduação e os 30 mil restantes de cursos profissionalizantes na área de software e serviços de TI, revela o estudo realizado pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex).

O levantamento foi conduzido por uma equipe de pesquisadores do Observatório Softex, área de estudos e pesquisas da entidade, com o objetivo de traçar uma radiografia sobre o setor de software e serviços de TI no Brasil.

Pelos dados apurados, os cursos técnicos profissionalizantes de nível médio registraram em 2010 um total de 140 mil estudantes matriculados em áreas de interesse elevado para o setor, pertencentes ao eixo Informação e Comunicação da classificação de cursos adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep/ MEC).

Em relação aos cursos de graduação em áreas essenciais para o setor, o Observatório estima que 35 mil alunos irão se formar em 2012. No que se refere à pós-graduação, de 1996 a 2009, houve um crescimento significativo no número de cursos oferecidos na área de Ciência da Computação. Foram mais de 10 mil pós-graduados no período, gerando competências em diferentes áreas.

Falta de talentos
Segundo o estudo, a falta de mão de obra em TI não deve ser percebida como uma questão puramente quantitativa. Respostas ao desafio da escassez que considerem apenas o aumento na oferta de cursos podem estar fadadas ao insucesso.

Um dos motivos diz respeito ao fato de a demanda por cursos da área ter se mantido relativamente estável ao longo dos anos, a despeito da ampliação no número de cursos ofertados e do crescimento na quantidade de vagas colocadas à disposição dos candidatos.
 
Outros fatores precisam ser endereçados são: a má qualidade da formação; a baixa produtividade do setor; os desajustes entre o perfil de mão de obra requerido pelo empresário e as competências do egresso. 

Há também desencontros entre as expectativas do profissional e do empresário no que diz respeito à remuneração e às condições de trabalho, além de questões envolvendo a localização do egresso e das companhias.

“O setor de software e serviços de TI está muito concentrado em alguns poucos municípios. Os formandos encontram-se espalhados pelo território nacional. A mobilidade da força de trabalho ainda é pequena. Isso faz com que tenha gente sobrando de um lado e gente faltando de outro”, explica Virgínia Duarte, gerente do Observatório Softex.

Governo planeja plataforma digital para acesso de conteúdo educacional

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Garantir acesso imediato a conteúdos educacionais nacionais por estudantes, professores e público em geral, por meio de um serviço eletrônico que integra diferentes sistemas operacionais, como Linux, Windows MS, iOS Apple e Android. Essa é a principal finalidade para a criação da Plataforma Educacional Brasileira (PEB) que está sendo desenvolvida pelos ministérios da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e da Educação (MEC).

A plataforma educacional brasileira poderá oferecer, ainda, uma lista de funções e interfaces com outros serviços educacionais do MEC, além de facilitar o acesso de equipamentos tão distintos quanto smartphones, tablets, laptops ou computadores.

A ideia foi apresentada durante o seminário Arquitetura de Referência para Dispositivos Digitais, realizado na semana passada, em São Paulo. O lançamento do projeto da plataforma pelos ministérios atraiu representantes dos maiores fabricantes de softwares, hardwares e soluções em educação.

“O foco desta parceria entre o MCTI e o MEC é concentrar esforços na construção de um ambiente de educação onde serão disponibilizados os elementos para tornar o processo de aprendizagem mais eficiente”, afirmou o secretário de Política de Informática do MCTI, Virgilio Almeida. Ele acrescenta que a nova plataforma deverá ampliar e universalizar o acesso à informação a estudantes, professores e a todos os cidadãos brasileiros, por meio de uma camada de software simples e leve.

Com informações da Agência MEC

China promete bolsas para cinco mil pesquisadores do Brasil

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Brasil e China assinaram, na semana passada, no Rio de Janeiro, acordo para intercâmbio de estudantes no âmbito do Programa Ciência Sem Fronteiras, que oferece bolsa de estudos para pesquisadores do País no exterior. O acordo pode beneficiar até cinco mil estudantes brasileiros de 2012 a 2015.

O acordo foi assinado com a participação do ministro da Educação, Aloizio Mercadante, e do presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), Jorge Guimarães. O documento, que envolve a Capes e o China Scholarship Council.

A parte chinesa oferecerá, anualmente, 250 bolsas de estudos. O governo chinês isentará mensalidade e taxa de matrícula de 600 vagas. Essas ações compõem parceria estratégica mais ampla, articulada pela presidenta da República, Dilma Rousseff, e pelo primeiro-ministro da China, Wen Jiabao, em encontro bilateral entre os dois chefes de Estado na última quinta-feira.

Pelo acordo, serão oferecidas bolsas de estudos nas áreas prioritárias do Ciência sem Fronteiras – como engenharias, ciências da natureza e energia renováveis – para cursos de graduação, graduação-sanduíche e pós-graduação. As vagas estarão disponíveis em instituições que ofereçam aulas em inglês.

Os dois países também firmaram parceria para a criação de um centro de cultura brasileira na China e um centro de cultura chinesa no Brasil – o primeiro na América Latina. “Com isso, pretendemos estimular a difusão tanto da cultura dos dois países, quanto da língua”, ressaltou Mercadante.

Além disso, outro acordo garante o desenvolvimento da pesquisa nas áreas de nanotecnologia, biotecnologia, telecomunicações, oceanografia e proteção ambiental. Também está previsto, no âmbito da ciência, tecnologia e inovação, acordo no setor aeroespacial para lançamento de dois satélites até o ano que vem.

Com informações da agência MEC

Pronatec promete oferecer este ano 1,6 mi de vagas em cursos de técnicos

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O Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) deve gerar 1,6 milhão de vagas em 2012. O número foi destacado pelo secretário de educação profissional e tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira, ontem (29/05), durante o segundo dia do Fórum Mundial de Educação Profissional e Tecnológica.

O Pronatec é um conjunto de iniciativas do governo federal voltadas para ampliar o acesso de estudantes e trabalhadores brasileiros a essa modalidade educacional.

O secretário informou em sua palestra que, desse total, 1,1 milhão serão abertas em cursos de formação inicial e continuada e 500 mil em cursos técnicos. “Temos avançado muito nos últimos meses, tanto na oferta de cursos quanto na efetivação de matrículas”, enfatizou.

Marco Antonio de Oliveira apresentou um panorama geral das ações que já estão em curso, por meio do programa, e outras que deverão ser implantadas, voltadas para a consolidação das políticas de formação profissional.

“Temos alguns desafios, o primeiro deles é a implantação do conselho deliberativo, previsto na lei que criou o Pronatec, que está em fase de definição. Nós também pretendemos criar nos estados os fóruns permanentes estaduais do programa”, afirmou.

Outra iniciativa importante será a criação de um cadastro virtual para acesso e candidatura dos cidadãos às vagas ofertadas pelas instituições participantes do programa. De acordo com Oliveira, o sistema também será utilizado para dimensionar as demandas por formação no país a partir das necessidades manifestadas pelos brasileiros. “Com isso queremos ter um retrato fiel da demanda e criar melhores condições de funcionamento do programa.”

*Com informações da Agência MEC
 
 
 
 
 
 

 

Deputados convocam audiência pública para avaliar Pronatec

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 A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público da Camara dos Deputados realizará amanhã (22/05) audiência pública para discutir o andamento e os primeiros resultados do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e ao Emprego (Pronatec), aprovado  em 2011.

O Pronatec prevê uma série de subprogramas, projetos e ações de assistência técnica e financeira que juntos oferecerão oito milhões de vagas a brasileiros de diferentes perfis nos próximos quatro anos.

O debate sobre o tema foi proposto pelo deputado Laercio Oliveira (PR-SE). Ele lembra que, em 26 de outubro de 2011, foi publicada a Lei 12.513, que instituiu o Pronatec em âmbito federal. “Ou seja, vamos completar sete meses de existência de uma política pública de extrema importância à população e à economia brasileira”, disse.

Foram convidados o secretário de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação, Marco Antonio de Oliveira e o coordenador-geral do Seguro Desemprego do Ministério do Trabalho, Márcio Alves Borges.

*Com informações da Agência Câmara

Canadá e Brasil fecham acordo para formação de cientistas

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O Canadá receberá 12 mil bolsistas do Programa Ciência sem Fronteiras, criado pelo governo federal para promover a internacionalização da ciência e tecnologia, inovação e competitividade brasileira.  As bolsas são para cursos de graduação, doutorado e pós-doutorado. O acordo da parceria foi fechado entre presidente da República, Dilma Rousseff e o governador-geral daquele país, David Johnston.

O Canadá é hoje o país mais procurado por jovens brasileiros que pretendem aperfeiçoar a língua inglesa e o segundo, atrás apenas da França, para aqueles que buscam o francês como segundo idioma. Com a nova parceria, o Canadá passa a ser o país que receberá, individualmente, mais bolsistas.

Ao anunciar as vagas para bolsistas, David Johnston reconheceu a importância do programa Ciência sem Fronteiras para o crescimento do país. “Estou realmente impressionado com o seu Ciência sem Fronteiras, porque educação, inovação e desenvolvimento o são os pilares da sociedade”, disse o governador-geral.

O acordo com os canadenses, além de promover a formação de cientistas, também oferecerá aos estudantes a oportunidade de se integrarem em estágios em empresas e laboratórios canadenses.

*Com informações da agência MEC

BNDES repassa R$ 1,9 bi para Senai reforçar formação em TI

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O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) acaba de aprovar um empréstimo de 1,5 bilhão de reais para o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).  O financiamento, corrigido pela Taxa de Juros de Longo Prazo (TJLP) mais 1,4% ao ano, será amortizado em 12 anos.  

Com o crédito do BNDES e mais 400 milhões de reais de recursos próprios, o Senai ampliará sua atuação em todo o País. No total, será investido 1,9 bilhão de reais na construção de 53 centros de formação profissional, na compra de 79 unidades móveis e na reforma de escolas. Além disso, serão instalados 23 institutos de inovação e 38 institutos de tecnologia, que darão apoio à indústria.  

A ampliação e a modernização das instalações aumentarão a capacidade do Senai de oferecer cursos para formação profissional e soluções tecnológicas para as indústrias.  O objetivo da entidade, um dos principais parceiros do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), do governo federal, é dobrar em dois anos o número de matrículas de educação profissional. Em 2011, a instituição registrou 2,4 milhões de matrículas. A meta é alcançar 4 milhões de matrículas ao ano em 2014.

“O Senai funcionará como um trampolim para a competitividade da indústria brasileira, seja na capacitação da força de trabalho, seja na agenda de tecnologia e de inovação”, explica o diretor-geral do Senai, Rafael Lucchesi. Segundo ele, a qualificação de pessoas e a inovação são decisivas para a indústria agregar valor à produção e ganhar competitividade.