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Archive for the ‘Sindicatos’ Category

Profissionais terão reajuste de 7,5% a 9,1%, informa o Sindpd-SP

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia do Estado de São Paulo (Sindpd-SP) e o Sindicato dos Empresários (Seprosp) chegaram a um acordo que prevê o reajuste salarial linear de 7,5% e de 9,1% aos pisos de digitador, help desk, função administrativa e técnico em informática. Para office boy, o aumento foi de 15%. A negociação aconteceu durante a quarta rodada de negociação da campanha salarial dos profissionais de TI.

Segundo o Sindpd-SP, como a inflação medida pelo INPC/IBGE ficou em 6,08%, os ganhos reais dos trabalhadores vão de 1,4% a 3,02%.
As partes também chegaram a um acordo sobre a aplicação da participação nos lucros e resultados (PLR) e o vale refeição (VR). Empresas com mais de 50 funcionários terão 90 dias para iniciar negociação para implementar o PLR e companhias que tiverem mais de cem trabalhadores precisão pagar VR de no mínimo dez reais para jornada de 8 horas.

Ficou estabelecido ainda que para as duas primeiras horas trabalhadas após o expediente normal a hora extra será de 75%, as que excederem este período e aos finais de semana recebem acréscimo de 100%. A data-base da categoria é 1º de janeiro e os reajustes já valem para esse mês, informa o Sindpd-SP.

Negociação salarial avança e sindicato patronal aumenta oferta

Na terceira rodada da negociação salarial da categoria de TI, que aconteceu na última sexta-feira (20/1), empresários do setor melhoraram as propostas e o acordo ficou mais próximo, afirma o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia do Estado de São Paulo (Sindpd-SP). O sindicato patronal (Seprosp) aumentou a oferta, chegando a 7,3%, frente a proposta de 7,8% do Sindpd-SP. O índice do patronal é 1,2% acima da inflação medida pelo INPC/IBGE.

O principal desentendimento sobre a aplicação da participação nos lucros e resultados (PLR) e do vale refeição é a condição imposta pelo Seprosp de que os benefícios sejam aplicados somente em companhias com mais de cem funcionários em relação ao vale refeição e 50 no caso da PLR. O Sindpd-SP aponta que aceita as restrições se elas forem eliminadas com o tempo.

No caso dos pisos, os empresários mantêm o aumento de 8,5%, o que representa 2,5% acima da inflação medida pelo INPC para digitadores, 8,6% para cargos administrativos, e 8,87% para help desk e técnico em informática. O Sindpd-SP acredita que o índice de 9,1% pode ser aplicado. Para o Office Boy foi mantida a proposta consensual de 15%.

No banco de horas, o sindicato patronal quer fixar 75% nas primeiras 120 horas e 100% no excedente, dentro do quadrimestre. Com base na redução da jornada de 44 para 40 horas, o Sindpd-SP busca ajuste com o valor de 75% nas primeiras cem horas e 100% nas demais, no mesmo período. Outra possibilidade é manter as condições do Seprosp, porém, com pagamento trimestral. Na hora extra, houve consenso na aplicação de 75% (nas primeiras duas horas) e 100% (nas horas posteriores).  A quarta rodada de negociação está marcada para amanhã (24/1).

Negociação salarial da categoria termina sem acordo

Terminou sem acordo e pouco avanço a segunda rodada de negociações da campanha salarial 2012, realizada ontem (16/01), afirma o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia do Estado de São Paulo (Sindpd-SP). O sindicato patronal manteve o reajuste em folha de 7,1%, enquanto o Sindpd-SP quer 8,5%.

Em relação aos pisos, os empresários desejam estabelecer aumento de 8,5%, o que representa 2,5% acima da inflação medida pelo INPC para digitadores, 8,6% para cargos administrativos, e 8,87% para help desk e técnico em informática. Porém, nesses casos, o Sindpd-SP busca reajuste de 10% e pede a criação de novos pisos como analista de sistemas, programadores e coordenadores. Para o office boy foi mantida a proposta de 15% e houve consenso.

O patronal quer que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) deve ser facultativa. O auxílio refeição também foi assunto da reunião. Os executivos ofereceram dez reais para profissionais com jornada de oito horas, 2 reais a mais do que na primeira rodada, no entanto, com aplicação apenas em companhias com mais de 150 empregados.

A comissão de negociação do Sindpd -SP aceitou a aplicação obrigatória do vale-refeição e PLR para as empresas com mais de dez funcionários. No caso do VR, o sindicato contrapropõe com dez reais para aqueles que permanecem seis horas no posto de trabalho e 12 reais para os que permanecem oito. Já na PLR, a companhia deve constituir uma comissão para negociar e elaborar o plano.

Na hora extra, os empresários avançaram e aceitam a aplicação do índice de 75% (nas primeiras duas horas) e 100% (nas demais horas). O sindicato dos trabalhadores quer mais: a proposta é de 100% (durante a semana) e 150% (sábados, domingos e feriados). A terceira rodada de negociação está marcada para sexta-feira (20/01).

Negociação salarial em TI começa com 1% de aumento real

Na primeira rodada de negociação da campanha salarial dos trabalhadores de TI do estado de São Paulo, o sindicato patronal oferece 7,1% de aumento, 1% acima da inflação medida pelo INPC/IBGE. O sindicato dos trabalhadores (Sindpd-SP) fez contraproposta de 8,5% e reivindica a consolidação de benefícios como participação em lucros e resultados (PLR) e vale-refeição.

O presidente do Sindpd, Antonio Neto, classifica a proposta como positivo, mas acredita que os empresários tem condições de pagar mais aos funcionários e conceder melhores benefícios. “O mercado de TI está muito aquecido. Nada mais justo do que dividir um pouco dos lucros com os maiores responsáveis pelo resultado das companhias, os trabalhadores”, avalia Antonio Neto.

De acordo com o Sindpd-SP, o impasse em relação à PLR e ao vale-refeição gira em torno, principalmente, da restrição imposta pelo sindicato patronal de aplicar os benefícios apenas nas empresas com mais de 300 funcionários. Para o presidente do sindicato dos trabalhadores essa exigência é incoerente.

Em relação aos pisos, os empresários desejam fixar o aumento de 8% [2% acima da inflação] para cargos administrativos, help desk e técnico em informática. O Sindpd-SP, por sua vez, reivindica 10% e criação de novos pisos como analista de sistemas, programadores e coordenadores.

Outro fator destacado pelos representantes dos trabalhadores foi o incentivo tributário do governo federal concedido às empresas do segmento, por meio do plano Brasil Maior. “A desoneração da folha de pagamento, representa uma economia de 3,5 a 11,5% para as companhias de TI. Por isso acreditamos que elas têm condições de melhorar os benefícios, em especial ao vale-refeição e PLR, creio que precisamos negociar mais para consolidarmos esses direitos”, afirma Neto. A segunda rodada de negociaçõesestá marcada para o dia 16 de janeiro.

Dados da negociação:

Piso salarial
Seprosp – 8,1% de aumento
Office boy – 690 reais (15%)
Digitador – 966 reais
Atividade administrativa – 766 reais
Help Desk e técnico e informática 1.072 reais
Sindpd – 10% de aumento

Participação nos Lucros e Resultados:
Seprosp
O PLR será facultativo. Se a empresa não quiser oferecer o PLR aos seus empregados, cabe a ela justificar o motivo.
A não aplicação da PLR só deverá ser justificada se a empresa tiver mais de 300 funcionários.
Sindpd
A empresa fica obrigada a constituir uma comissão de PLR na empresa para elaborar um plano. A aplicação será negociada.

Auxílio Refeição:
Seprosp
8 reais (para 22 dias úteis) para empregado que trabalha 8 horas. Exigência para empresas com mais de 300 funcionários.
Sindpd
12 reais para empregado que trabalha 8 horas
10 reais para empregado que trabalha 6 horas
12 reais para empregado que trabalha 8 horas
10 reais para empregado que trabalha 6 horas
Independente da quantidade de empregados da empresa

Hora extra:
Seprosp
60%
Sindpd
100% durante a semana
150% fins de semana

Licença maternidade:
Sindpd – 180 dias

Auxílio creche:
Sinpd – 30% de salário normativo para 50%

Sindpd transmite hoje (25/5) julgamento de dissídio via Twitter

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Tecnologia da Informação do Estado de São Paulo (Sindpd) anunciou nesta terça-feira (24/5) que vai transmitir, pelo Twitter, os passos do julgamento do dissídio da categoria que ocorre hoje, quarta-feira, às 15 horas, na Justiça do Trabalho em São Paulo.

Segundo o Sindpd, a proposta de dissídio coletivo que será julgada – e que foi apresentada pelo Tribunal Regional do Trabalho, em reunião de conciliação – traz concessões em relação à original, mas atende às principais exigências dos trabalhadores do setor, como o aumento linear de 8,05%, vale-refeição de 10 reais para toda a categoria, pisos salariais para analista e programador e a aplicação obrigatória de planos de Participação em Lucros e Resultados.

Na reunião de conciliação, o sindicato patronal ofereceu 7,05% de aumento e negou todos os outros benefícios.

Para acompanhar a transmissão é preciso seguir o perfil do Sindpd no Twitter (@sindpd). Até a tarde desta terça-feira, o sindicato tinha 2.372 seguidores.

TRT proíbe demissões de profissionais em estado de greve

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados (Sindpd-SP) acionou o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), depois de verificar irregularidades em comunicados emitidos pelo Sindicato das Empresas de Processamento de Dados e Serviços de Informática do Estado de São Paulo (Seprosp) aos associados.

Nos informes, o sindicato patronal notificou que empresários poderiam descontar dos trabalhadores os dias parados em greve e que também seria possível realizar acordo para demitir funcionários em casos de término de contrato com tomadores de serviço.

Diante desses fatos, a desembargadora federal do trabalho, Maria Isabel Cueva Morais, proibiu qualquer desconto referente aos dias parados. Vetou ainda dispensas de empregados até que o dissídio coletivo seja julgado.

O Sindpd-SP informa que enquanto o TRT analisa o dissídio coletivo, os diretores do sindicato continuam mobilizados em frente às principais empresas do estado de São Paulo.

Paralisações em TI estão suspensas até abril

Em audiência realizada no Tribunal Regional do Trabalho (TRT) na tarde de hoje, o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Sindpd-SP) e o sindicato patronal não chegaram novamente a um acordo. Diante do impasse, o Sindpd-SP informa que o dissídio coletivo da categoria vai a julgamento, o que deve ocorrer em meados de abril. Até lá, as paralisações estão suspensas a pedido do TRT e os trabalhadores de São Paulo permanecem em estado de greve com estabilidade no emprego. “Existem grandes possibilidades de o Tribunal conceder as principais reivindicações”, avalia Antonio Neto, presidente do Sindpd-SP.

Na ocasião, o representante do sindicato patronal apresentou as mesmas propostas feitas no Ministério Público do Trabalho (MPT).

Durante a audiência, segundo o Sindpd-SP, o sindicato patronal tentou caracterizar a greve como abusiva, afirmando que o Sindpd-SP não havia comunicado as empresas das paralisações com 72 horas de antecedência. Mas o argumento foi refutado pela procuradora do MPT, Marisa Marcondes Monteiro, que afirmou não ter observado desrespeito à lei na greve dos trabalhadores.

Como não houve consenso entre as partes, a desembargadora indicou um relator para analisar a situação e apresentou proposta intermediária que inclui: manutenção das cláusulas sociais praticadas pela categoria; reajuste salarial correspondente à aplicação do INPC/IBGE, mais 1,5% a título de produtividade (8,05%); vale refeição de 10 reais para todas as empresas; garantia de emprego pelo prazo de 90 dias para todos os membros da categoria; manutenção de um canal de negociação permanente entre as partes, principalmente visando a criação dos pisos de programador e analista; obrigatoriedade da Participação em Lucros e Resultados (PLR); retorno imediato ao trabalho ainda que mantido o estado de greve; e pagamento dos dias parados mediante compensação.

Essa proposta vai balizar a decisão que será tomada pelo TRT em abril.

HP fala sobre greve dos profissionais em SP

Por meio de sua assessoria de imprensa, a HP comentou sobre a greve dos trabalhadores de TI de São Paulo. De acordo com a empresa, entre os pilares da organização está o respeito às leis trabalhistas dos países em que atua. É por isso que, informa, em março deste ano aplicou a antecipação espontânea de 6,47% de ajuste salarial dos profissionais.

Entretanto, diz o comunicado, a HP compreende e respeita a posição dos sindicatos e cumprirá a decisão do Judiciário. “A empresa informa ainda que o expediente de trabalho em todos os sites prosseguirá normalmente, sem qualquer interrupção. Além disso, o atendimento aos clientes, bem como os serviços oferecidos seguirão o fluxo normal dos trabalhos, sem qualquer impacto operacional”, completa.

“No Brasil, além das inúmeras iniciativas internas para promover o ambiente saudável e que estimule o crescimento profissional de cada um dos colaboradores, a empresa cumpre a Convenção Coletiva e, inclusive, pratica condições mais favoráveis sobre várias cláusulas”, afirma ainda o comunicado.

TRT julga hoje dissídio de profissionais de TI

O Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Sindpd-SP) registra hoje o segundo dia de greve da classe. A entidade afirma que o Tribunal Regional do Trabalho marcou para a parte da tarde uma audiência que deverá julgar o dissídio coletivo da categoria. O órgão pode, ainda hoje, dar uma sentença sobre o impasse da negociação salarial dos trabalhadores.

Durante o dia, o Sindpd-SP promove manifestações e piquetes em seis unidades de grandes empresas. O sindicado informa que pela manhã ocorrem ações em frente à matriz da Sonda Procwork, em duas unidades da Totvs (Brás Leme e Marginal), na T-Systems (em São Bernardo) e na Companhia de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Prodesp), nas unidades Taboão e Ingleses.

Ontem houve adesão de grande parte dos trabalhadores do setor, e algumas empresas foram totalmente paralisadas, de acordo com o sindicato.

Greve em TI atinge grandes empresas, diz Sindpd-SP

No primeiro dia de paralisação, o Sindicato dos Trabalhadores em Processamento de Dados e Empregados de Empresas de Processamento de Dados do Estado de São Paulo (Sindpd-SP) informa que a greve atingiu grande parte do setor. Segundo a entidade, a Indra, que presta serviços para Telefônica, General Motors, Femsa, Petrobras e Vivo, foi 100% afetada.

A ConnectCom, que atende à Caixa Econômica, todo o quadro de funcionários participou da paralisação. A companhia entrou em contato com o Sindpd-SP e um acordo já está sendo analisado. Na Stefanini, o segmento responsável pelo atendimento à Bayer foi interrompido. Assim como a Fidelity, que tem como principais clientes Bradesco e Santander, na cidade de Itú (SP).

Hoje, o Sindpd-SP realizou manifestações em frente à CPM Braxis, HP e Tivit. De acordo com o sindicato, houve muita pressão por parte das companhias que acionaram a Polícia Militar, contrataram agentes de segurança privada e intimidaram os trabalhadores com filmagens para possíveis retaliações.

O movimento realizado na Tivit teve grande participação dos trabalhadores da companhia. Os dirigentes do Sindpd-SP e um grupo de  manifestantes bloquearam as duas entradas da organização.

Um dos funcionários disse que a greve é a única maneira de reivindicar os direitos da categoria. “Eles não pagam horas extras e as transformam em banco de horas piratas. Obrigam-nos a descasar em escala de folgas desumanas, há pessoas com média de 600 horas a serem pagas. O assédio moral é rotineiro. Vamos mostrar a estes chefes que merecemos respeito”, declara.

Na HP, uma funcionária afirmou que todo o sistema de help desk que atende à Vale do Rio Doce parou.

Na parte da tarde, os dirigentes estarão na Empresa de Tecnologia da Informação e Comunicação do Município de São Paulo (Prodam) para realizar assembleia como objetivo de discutir a participação dos funcionários na greve. Lá, é preciso manter 80% das atividades, já que se trata de uma empresa pública.

Para amanhã, estão previstas novas manifestações e paralisações.