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Carreira

Carreira: profissionais que sabem Cobol são bem remunerados

Por Nando Rodrigues, da PC World

21 de maio de 2007 - 09h25
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Salários em alta

A carência de profissionais habilitados leva a uma alta na bolsa de salários. “Um profissional atualizado vale ouro. Caso contrário, ele não vale nada”, frisa Fernandez, do Cefet-SP.

Segundo dados da ABPC, um profissional habilitado em início de carreira tem um salário médio de 1,5 mil reais. “Profissionais de elite podem ganhar muito mais. O mercado financeiro, por exemplo, chega a pagar salários que variam entre 8 mil e 12 mil reais, de acordo com a experiência do profissional”, afirma Faes Jr., da ABPC.

Clipper, quem diria...

É difícil precisar a quantidade de aplicativos escritos em Clipper e que ainda rodem por aí. A linguagem é dos anos 1980 e foi criada pela Nantucket (depois adquirida pela CA) para trabalhar com o dBase, banco de dados da Ashton-Tate.

A Hidrolago, de Cristiano Meira Magalhães, é uma das empresas que ainda têm aplicações escritas na linguagem. Com recursos limitados para investir em TI e tendo que migrar do ambiente Windows – para o qual não possui licenças – para o Linux, Magalhães conta que o aplicativo – um sistema de automação criado para rodar no ambiente DOS – precisou ser portado para a plataforma do pingüim.

“Não foi fácil, mas consegui preservar meu investimento anterior”, diz. Para saber mais sobre este projeto, leia a matéria “Empresa movida a software livre”, na edição de maio da PC WORLD, nas bancas.

O professor de Informática da Universidade Guarulhos, Wagner Tufano, desenvolveu um pequeno programa de computador, também escrito em Clipper, para testar a capacidade de gerenciamento de seus alunos do curso de Administração.

“Como os laboratórios de informática das universidades não costumam permitir que se instale programas no HD dos PCs, eu continuo a aplicar o ‘Jogo das Empresas’ na versão original, que roda em disquetes”, afirma Tufano. No jogo, os alunos aplicam técnicas de gestão em uma empresa fictícia. Ao final do semestre, o professor avalia quem obteve os melhores resultados.

Recentemente, Tufano passou por uma saia justa quando precisou fazer uma alteração no programa. “Acontece que o código fonte estava em disquete e nenhum dos PCs que eu tenho em casa tinha um drive apropriado. Tive de pedir ajuda a uma moradora do meu prédio, que tinha um micro mais antigo e com drive de disquete. Só assim pude transferir o programa para um CD e poder fazer a alteração necessária”, lembra.

Opinião do Leitor [1 comentários]

Erro no Artigo

Existe ume rro nesse artigo, o cobol não tem 25 anos, e sim 50, ele foi criado em 1959
Luiz Edmundo - 21 Ago 2007, 16h42
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