Carreira
Como evitar que a limitação física bloqueie o talento
Companhias de TI, que já enfrentam carência de mão-de-obra especializada, tentam eliminar barreiras para que portadores de deficiência possam galgar cargos.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
Compartilhe:
O setor de tecnologia da informação vive uma demanda crônica por profissionais habilitados às vagas que têm em aberto. Todas as prestadoras de serviços têm no capital humano um dos seus maiores ativos. O bom ambiente de trabalho e a implantação da diversidade nas contratações, por isso, já faz parte da realidade de muitas delas.
A integração dos portadores de deficiência, no entanto, se mostra tanto como um desafio como uma oportunidade às companhias do setor. Por um lado, a exigência de que todas as empresas com mais de 100 funcionários reservem 2% de suas vagas para portadores de deficiência – como prevê a Lei de Cotas 8.213/91, a partir deste ano – apresenta outra trabalhosa tarefa para as empresas de TI: encontrar profissionais habilitados entre esse público.
Por outro lado, a lei motiva as companhias a fazer com que a exigência seja o estímulo para iniciativas de capacitação que possam ajudá-las no preenchimento das vagas existentes não só nos postos de menor exigência em termos de qualificação, como os de atendente de call center, mas mesmo entre programadores e analistas.
No caso da EDS, por exemplo, a companhia de prestação de serviços de TI busca “uma estratégia fora da caixa” para que esses profissionais possam ser melhor aproveitados, como explicou Alcino Therezo Júnior, diretor de desenvolvimento organizacional da EDS para a América Latina.
Segundo ele, “não se trata só de contratar, mas de treinar” e criar estratégias para que esses funcionários desenvolvam suas aptidões.
SLIDE SHOWS
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


