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Carreira

Carreira 2012: O profissional de TI daqui 5 anos para a Accenture

Em mais um capítulo da série, acompanhe as dicas do COO da consultoria sobre as habilidades importantes na formação do novo profissional de TI.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

17 de julho de 2007 - 07h00
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Na segunda parte do especial sobre carreira, que está sendo publicado nesta semana no COMPUTERWORLD, você encontra a opinião de Basílio Rueda, Chief Operating Officer da Accenture.

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O executivo comenta de que maneira as tendências como Software como Serviço (SaaS), terceirização e offshoring, além das diversas tecnologias-base da Web 2.0 (como blogs, comunidades sociais, a construção coletiva de conhecimento em wikis e o universo multimídia em texto, voz e vídeo, entre outros) vão influenciar a formação e os requisitos exigidos para os tecnólogos, definindo também como elas vão afetar a contratação destes profissionais nos próximos cinco anos.

O Chief Operating Officer da Accenture aponta que a rapidez é a maior alteração que o profissional de TI deve adicionar entre as suas capacidades nos próximos cinco anos. “A maior velocidade é exigida tanto no tempo de resposta quanto no tempo de aprendizagem. Especialmente no setor de serviços, o profissional precisa agilidade e conhecimento para desenvolvimento de tecnologias e processos”, defende.

Além disso, define Rueda, outras habilidades além do conhecimento técnico são fundamentais. “Relacionamento, liderança e trabalho em equipe também são importantes para o novo cenário”, acredita. Ele acrescenta que, nos próximos cinco anos, um profissional só vai conseguir crescer em sua carreira se cuidar destas três características comportamentais. Ele completa: “Faz parte da habilidade em liderança saber se relacionar com outras culturas e ter a capacidade de lidar com diversos tipos de pessoas”.

Para ele, o domínio do inglês é fundamental para o profissional de tecnologia trabalhar no mercado global. Rueda considera o inglês dos brasileiros “suficiente”, mas eles precisam focar sua atenção para entender as novas tecnologias. “Vale lembrar que o conhecimento é perecível. É preciso garantir que a preparação aconteça com intensidade e também com freqüência”, defende.

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