Carreira
CNI investe mais de R$ 10 bilhões em educação profissional até 2010
Recursos vão ampliar e modernizar a rede de escolas e laboratórios do Sesi e do Senai, segundo anúncio feito nesta terça-feira (28/08).
Por COMPUTERWORLD*
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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) vai investir 10,45 bilhões de reais no programa Educação para a Nova Indústria, até o final de 2010. O dinheiro é suficiente para garantir educação básica e profissional a 16,2 milhões de brasileiros, além de ampliar e modernizar a rede de escolas e laboratórios de treinamento do Serviço Social da Indústria (Sesi) e do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai).
O anúncio foi feito hoje (28/08) pelo presidente da CNI, Armando Monteiro Neto, em cerimônia na sede da instituição da qual participaram empresários e parlamentares.
Ele disse que, com a iniciativa, a indústria dá uma resposta aos desafios naturais do mercado, no sentido de aumentar as possibilidades de formação e qualificação dos trabalhadores. A intenção, segundo ele, é ampliar a oferta de possibilidades, em sintonia com os requisitos do mercado de trabalho.
O Mapa Estratégico da Indústria 2007-2015, elaborado pela CNI, que traduz a visão do setor produtivo sobre o futuro do País, mostra que os empresários consideram a educação de qualidade fundamental para a expansão das empresas e a competitividade da economia nacional no mercado externo.
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De acordo com o estudo, nos últimos anos observa-se a elevação da escolaridade média no perfil da força de trabalho para todos os setores da indústria. Nas atividades com maior intensidade tecnológica esse movimento é ainda mais marcante, de modo que cerca de 85% das contratações nos setores de extração de petróleo e de fabricação de máquinas e equipamentos eletrônicos são de pessoas com nível médio e superior.
Pesquisas recentes revelam que trabalhadores com maior grau de escolaridade têm mais chances de encontrar emprego, porque estão mais bem preparados para absorver e criar novas tecnologias e promover nas empresas um ambiente de conhecimento, criatividade e inovação. Por isso, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, tem destacado a necessidade de se investir mais e melhor na qualificação profissional.
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