Publicidade

Carreira

Jogo também é tarefa séria

As vagas nas empresas de games são crescentes no País. Saiba como se preparar para novas funções que surgem no mercado de trabalho

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

26 de dezembro de 2007 - 08h05
página 1 de 3

Transformar a brincadeira de infância e adolescência em ganha-pão é o sonho de muitas pessoas. E isso não se resume apenas a música e ao futebol – ou qualquer outro esporte. O sonho de muitos jovens também é atuar com games.

Como o País aumentou seu reconhecimento no setor, despontando principalmente na área de jogos para celulares, a necessidade e as oportunidades de as pessoas realizarem o sonho começam a se aproximar de realidade no País.

O grupo que compõe as companhias do segmento, como Hoplon, Meantime e Tectoy Digital, começam a desenhar o perfil do profissional brasileiro de games e provam que, apesar de o resultado final ser pura diversão, a rotina de trabalho é pesada.

A maioria dos candidatos, entretanto, não se dá conta disso até participar do processo de seleção. Conforme conta Gilliard Lopes, produtor da Hoplon, isso acontece principalmente porque há pouca preparação acadêmica, devido ao baixo número de cursos especializados que estejam sintonizados com os padrões internacionais de ensino de desenvolvimento de games. “No Brasil as instituições tentam reinventar modelos europeus e norte-americanos, mas têm dificuldades por causa da falta de experiência”, denuncia.

Outros destaques do COMPUTERWORLD:
> Conexão a R$ 7,50 pode beneficiar 10 milhões
> 'Plano de vencimento de cookies do Google é inútil', diz crítico
> Acesso à internet reflete desigualdade social
> Sete formas de manter sua pesquisa secreta
> Você conhece as 20 maiores vulnerabilidades da internet?

Como os profissionais não podem ser formados em universidades e outros centros e só têm a literatura disponível a recorrer, a alternativa da Hoplon e de outras empresas do setor é procurar profissionais que tenham vivência em áreas correlatas. Segundo ele, para programadores isso significa ter atuado com computação gráfica, inteligência artificial e aplicativos distribuídos.

Para game designers, pode ser atuação em produção de cinema, construção de roteiros de livros de ficção ou até de jogos de tabuleiro. “Para artistas, além de cinema vale a experiência na área de publicidade e também de animações”, conta.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade

SLIDE SHOWS

As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas
Publicidade
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld