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Carreira

2008: um ano promissor para o profissional de serviços de TI

Da terceirização ao pós-vendas, passando pela entrega e gestão dos projetos, 2008 será o ano dos profissionais de serviços em TI.

Por Fernanda Ângelo, especial para o COMPUTERWORLD

21 de janeiro de 2008 - 08h00
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"Temos acompanhado um movimento muito grande na área de serviços", afirma Jairo Okret, sócio da Korn/Ferry e líder da prática de tecnologia na empresa. Ele destaca os setores de vendas, incluindo pré-vendas, relacionamento e gerência de negócios, e o de delivery, com ênfase nas posições de gestão.

Estas serão, segundo Okret, as áreas que demandarão mais especialistas em 2008.
No entanto, ele alerta que não basta ser um bom vendedor, nem tampouco dominar bits e bytes como ninguém. "A venda hoje é cada vez mais consultiva e por isso exige que o profissional entenda do negócio e identifique como dar valor a ele", detalha Okret.

"Mais do que falando do produto, a venda se faz hoje com perguntas que ajudem a identificar e entender o cliente", completa. Na área chamada de delivery, que envolve a entrega do projeto, o profissional procurado é técnico, mas também precisa ter visão de negócios.

Aline Zimermann, sócia da Fesa, engrossa o coro. "O desenvolvimento da área de serviços continua sendo o foco das empresas de TI. A área vem recebendo a maior parte da atenção e dos investimentos das empresas", afirma.

Segundo Aline, os profissionais mais demandados nesta área são aqueles que têm somadas experiências em hardware ou software com a capacidade de estruturar ofertas de valor através da utilização de soluções de tecnologias convergentes.

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"Sejam elas técnicas ou mais executivas, a busca será por posições que estejam diretamente ligadas à convergência de tecnologias", acrescenta Aline.
Na visão da sócia da Fesa, profissionais de vendas e gestores de projetos que envolvam todas as tecnologias possíveis são pessoas supervalorizadas. “São profissionais que ajudam desde o pré-vendas até a implementação.”

Opinião do Leitor [1 comentários]

Ano promissor....

Pelo que tenho acompanhado, em anos de trabalho em empresas de TI, o próprio mercado atua como agente causador de profissionais com pouca qualificação no que se refere à domínio de língua estrangeira, certificações, MBAs, etc.
Tenho presenciado jornadas de trabalho tão avassaladoras que até a vida pessoal, em muitos casos, fica prejudicada. A empresa utiliza tanto do "tempo" do profissional que não há como compartilhar com treinamentos adicionais.
Sei que isto não é uma regra, mas é um fato a se pensar.
Sei que isto não deve servir como muleta para ninguém, mas espero que seja uma reflexão.

Abraços à todos.
Edevaldo F. de Souza
Gade Consultoria
Edevaldo - 22 Jan 2008, 11h48
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