Carreira
5 habilidades de TI que (não) vão aumentar seu salário
Tudo tem um fim. Conheça cinco habilidades em TI que sozinhas não geram melhores salários para o profissional.
Por Netword World, EUA
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Talvez habilidades técnicas nunca morram, mas áreas de
especialização perdem importância à medida que a tecnologia avança. As
empresas são obrigadas a evoluir, assim como a equipe de TI deve trocar o conhecimento de ontem pelo
o de amanhã.
“Há menos necessidade de conhecimento sobre sistemas.
Antigamente, o pessoal de TI precisava entender muito de memória e drivers,
endereço e interrupção, mas hoje esse tipo de coisa é plug-and-chug até mesmo em
muitos sistemas Unix”, diz Brian Jones, gerente de engenharia de rede da Universidade Estadual da Virgínia em Blacksburg.
“Sinto que todas as habilidades que acumulei ao longo do caminho são valiosas e ajudam a moldar meu pensamento e minha capacidade de diagnóstico. Não saberia valorizar ou desvalorizar estas habilidades. Elas simplesmente assumiram um novo valor agora”, garante.
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Ainda que especialistas achem muito difícil decretar
a morte de certas habilidades de TI,
várias delas estão muito perto de serem coisa do passado a
julgar pela remuneração associada.
Veja cinco habilidades de tecnologia que já não têm a mesma remuneração.
A boa e velha HTML
À medida que as empresas adotam tecnologias web 2.0 como
AJAX, a demanda por habilidades em programação HTML vão para o segundo plano.
De acordo com a Foote Partners, a remuneração por habilidades em tecnologia
como Ajax e XML aumentou 12,5% nos últimos seis meses de 2007, enquanto os
gerentes de TI dizem que não vêem demanda por tecnologias predecessoras como
HTML. “Não estou vendo exigências de habilidades gerais de Web 1.0, programação
HTML”, justifica Debbie Joy, arquiteta
de soluções da CSC.
Linguagens de programação legadas
Competências em linguagens de programação como Cobol, Fortran, PowerBuilder e outras não têm a
mesma valorização de antes nos Estados Unidos.
“Sem dúvida, aquele pessoal de Cobol que teve um
ressurgimento com o bug do ano 2000 não está sendo tão requisitado”, diz John Estes,
vice-presidente de alianças estratégicas da Robert Half Technology, consultoria
em colocação de pessoal de TI. “Não há demanda por aplicativos como Delphi e
PowerBuilder, que tinham muito peso nos anos 90.”
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