O mercado de TI oferece diferentes produtos que agregam recursos de desduplicação, tecnologia que normaliza dados duplicados como um objeto único de dados compartilhados para atingir eficiência na capacidade de armazenamento. O resultado é a redução de custos, tempo e aprimoramento dos processos de backup e recuperação.
As finalidades das plataformas também são variadas. Por isso, a necessidade de identificar os problemas que a companhia pretende sanar e, então, partir para a implementação de uma solução. A consultoria IDC recomenda seis fatores para avaliação da tecnologia de desduplicação. Veja a seguir.
- Taxas de desduplicação: variam de acordo com o ambiente, mas a empresa deve estar ciente das garantias da taxa de transferência, dimensionamento e desempenho oferecidos
- Compactação e criptografia: companhias que utilizam criptografia ou compactação na camada de software e empregam desduplicação no destino terão de desabilitar essas funções para desfrutar dos benefícios da tecnologia
- Para máquinas virtuais: a metodologia é eficaz para a realização de backups de máquinas virtuais, uma vez que desduplica dados na origem. Ou seja, informações duplicadas nunca se movem pela infraestrutura física básica. Resultado: rapidez e eficiência
- Filias remotas: a desduplicação pode ser implementada por meio de software, o que diminui a preocupação com redução de espaço físico de hardware de armazenamento nas filiais. Segundo estudo de 2009 da IDC, quase 32% das empresas utilizam desduplicação baseada em software. Dezoito porcento planejam adotar a tecnologia nos próximos 12 meses
- Prova de conceito: antes de escolher um fornecedor da tecnologia, faça testes para não correr o risco de ser surpreendido em relação ao desempenho e à confiabilidade
- Áreas de cobertura: a tecnologia, atualmente, está bem posicionada para backup de máquinas virtuais, filiais e escritórios remotos e ambientes de data center.



