Empresas que lidam com grande número de dados precisam driblar o desafio da desduplicação de informações. A tecnologia auxilia na aceleração da eficiência de arquivamento e diminui a restrição física dos data centers.
Segundo a consultoria internacional IDC, o recurso realiza pesquisa por objetos de dados duplicados e os descarta. Assim, elimina o custo associado à manutenção de várias cópias de uma mesma informação.
Companhias que adotam a medida presenciam redução na emissão de carbono, uma vez que diminui os requisitos de energia e refrigeração. Além disso, é possível aprimorar os níveis de serviço de backup e recuperação.
Ela também tem a capacidade de viabilizar cópias de segurança baseadas em disco, eliminando ou reduzindo cenários de falhas. Isso porque, as fitas, muitas vezes, apresentam risco de erros (mídia ruim, cabeçotes danificados etc).
Mas de que forma os administradores de tecnologia podem agir para efetuar a desduplicação? Há duas abordagens. A primeira, denominada em linha, elimina dados redundantes antes de serem gravados em disco. Já a outra, chamada pró-processo, analisa e reduz informações depois do armazenamento em disco. Sendo assim, utiliza uma área de preparação de capacidade total para dar início ao processo de desduplicação.
Um processo em linha é mais eficiente em capacidade, e não há intervalo de tempo para começar o procedimento. Para ambientes de grande capacidade nos quais as janelas de backup são uma preocupação, a desduplicação pós-processo dá preferência para a conclusão do backup.
Nesse último caso, é necessária maior capacidade inicial de armazenamento. Com isso, ao selecionar uma abordagem, as empresas precisam considerar a velocidade de backup e a capacidade do disco.



