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Organização e método
Por Cláudio Ferreira, especial para o COMPUTERWORLD
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Formação é quase tudo
Emílio Vieira acredita na formação acadêmica, mas não apenas nela. Depois de concluir o curso de engenharia na Politécnica e fazer economia na USP, o atual diretor executivo de TI e operações da AGF começou o curso de pós-graduação em redes de computadores, também na Poli, mas não terminou. “Achei legal, mas fiquei com a impressão que não era algo que ‘ganha jogo’ e abandonei antes de fazer a tese. Depois fiz outras pós na FIA/USP, como a de planejamento estratégico”, revela.
O mundo prático, dos resultados, no entanto, é o que mais seduz Vieira. “Gosto de executar. Na Porto Seguro comecei como gestor de TI e eles foram me passando atribuições. Quando vi estava com cinco áreas, duas de negócios, duas operacionais e uma administrativa”, enumera.
Perguntado se está preparado para ser o presidente de uma empresa, Vieira reage com reticência: “O ritual do cargo, a imagem de estar sozinho, o dogma que envolve, não me seduz.”
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