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A arte de extrair suco de pedra
Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD
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De olho no futuro
Ao ser questionado sobre onde pretende estar nos próximos cinco anos, Douglas José Januário é enfático. “Quero estar na Del Valle. Ainda há muito para ser feito”, diz. De fato, os planos da empresa para a área de TI para os próximos meses, não são poucos, ainda mais para amparar as metas ambiciosas da companhia de crescer 39% em faturamento em 2006.
Uma das principais atividades previstas nos próximos meses prevê a implantação de dispositivos de identificação por radiofreqüência (RFID) nos centros de distribuição e também a implantação de leitores ópticos de código de barra nos equipamentos portáteis utilizados pelos vendedores diretos, como forma de agilizar o processo de identificação de canhotos de notas fiscais.
O lema do CIO para continuar na liderança é manter a linha de trabalho que adota desde seu ingresso na Del Valle, sempre baseado na colaboração. “Sou um gestor acima de tudo participativo. Atuo em todas as áreas, com os meus pares e também com o CEO. Essa integração faz bem aos projetos. Todos os integrantes da equipe sentem-se mais amparados”. Ao que parece, Januário não tem motivos mudar a fórmula. Afinal, até agora, os resultados são para lá de positivos.
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