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Revolução liderada por boas parcerias
Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD
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Segundo Aquino, muitos dos clientes da empresa ainda mandam pedidos por planilha, via e-mail, para que a companhia faça, por exemplo, o embarque de mercadoria dele. “A cultura deles precisa ser modificada. A minha eu já consegui mudar. Eu vendia um ‘tailor made’ que não é mais interessante vender, aquele em que eu aceitava qualquer coisa. Hoje, indico como a coisa deve ser feita e explico as razões para isso, quer seja por melhores práticas, quer seja por segurança de uma Sarbox”, conclui.
Relações pessoais prejudicadas
Pela forma como vem conduzindo a área de tecnologia há anos, seus colegas já sugerem que Aquino deveria atuar em departamentos mais voltados a negócios. “Talvez esta seja uma boa prévia do que o futuro me reserva. Adoro o que faço, mas acho que posso ser muito mais útil à empresa”, diz o executivo, que não esconde a vontade de dirigir áreas mais focadas em negócio, quem sabe até a comercial, como ele próprio sugere.
O executivo considera a área de TI muito desgastante. “Atuo nesse mercado desde os 16 anos. Há 13 anos exerço a função de CIO, supondo que passe outros cinco anos nesse cargo, serão 18 anos”, calcula. “Eu sempre tive um lado muito família, ligado a pessoas. E isso é muito ‘sacrificado’ na área de TI. Eu sei o quanto isso cansa”, desabafa.
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