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Um baiano para derrubar esteriótipos
Por Cláudio Ferreira, especial para o COMPUTERWORLD
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Mas como convencer a iniciativa privada, tão cheia de ranços e preconceitos quando se fala em trabalhar com uma empresa estatal, a buscar o serviço da Prodeb? Como um baiano típico, Calmon fala em seduzir o cliente.
“É sedução, é convencimento. Temos um histórico de confiabilidade,
com 33 anos de operação e ótimas métricas de desempenho. Eles poderão ver o que fizemos em nossas instalações e estarão próximos de uma competência que só existe em São Paulo”, argumenta.
Outro diferencial apontado pelo executivo é contar com um time experiente, bem montado e com um perfil extremamente técnico. A equipe conta com 459 pessoas, na grande maioria de nível superior, participantes de um bem azeitado programa de
pós-graduação patrocinado pela Prodeb.
Boa parte do time, algo como 250 técnicos, fica alocada em órgãos do estado. São eles que dão manutenção aos sistemas e mapeiam as necessidades e solicitações dos usuários finais. Como faz algum tempo que a empresa não realiza admissões, Calmon vê a necessidade de fazer concursos públicos urgente e projeta que devem ser contratados pelo menos 80 profissionais em 2007.
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