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Um baiano para derrubar esteriótipos
Por Cláudio Ferreira, especial para o COMPUTERWORLD
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A intenção é repor a atuação de quem se aposentou e injetar na empresa um novo gás por meio de gente jovem com foco em desenvolvimento e suporte. “É legal ter sangue novo para que todos se sintam desafiados e sempre é preciso estudar muito. Falei pro meu filho fazer outra coisa, mas como eu, ele é vidrado em tecnologia e não teve jeito, está fazendo computação”, revela.
Mas se apesar dos desfalques a equipe da Prodeb vai bem, o mesmo não se pode dizer do clube de coração de Calmon – o seu Bahia perambula pela Série C, a terceira divisão do Brasil, lutando para subir. “Tá complicado, né? Mas eu não vou à Fonte Nova (estádio de Salvador) desde 2003 ou 2002, fico só jogando o meu tênis”, brinca.
Mesmo em um cargo de confiança e muitas mudanças de governantes, Calmon faz parte
do grupo político que está no poder no Estado há 15 anos, o que garante planejamento e estratégia de médio e longo prazo, algo bem diverso de outras companhias que possuem o mesmo papel da Prodeb.
Isso garantiu o investimento do data center e também projetos como o de administração e modelagem de dados do Governo da Bahia.“Todos os sistemas estão compartilhando a mesma base de informação, sem redundância, dentro do projeto ‘Modelo Corporativo de Dados’, no qual todos os sistemas novos e os antigos estão sendo remodelados”, aponta.
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