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Um baiano para derrubar esteriótipos
Por Cláudio Ferreira, especial para o COMPUTERWORLD
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Um investimento que começou em 2005 e termina em 2008, coordenado por um DBA (administrador de banco de dados) central com a participação de um time de DBAs alocados nos órgãos do governo baiano.
A Prodeb e o Estado da Bahia, aliás, desenvolvem muito dentro de casa e, para manter um bom nível, a companhia criou uma metodologia própria, um framework baseado nos padrões MDA (Model Driven Architecture) que permite o acompanhamento e o controle das ações, partindo de algumas diretrizes básicas como ser totalmente
orientado a objetos e componentizado, dentro dos padrões Oracle e Java. “Em tempos de busca de qualidade e de redução de custos é essencial ter controles”, justifica Calmon.
O futuro em projetos
Indiferente a uma possível, embora pouco provável, mudança de partido político no comando do governo do estado da Bahia, Jorge Calmon Filho e a Prodeb, empresa que dirige, projetam uma série de investimentos para os próximos anos. Um deles é a rede Governo-2, que será montada na plataforma MPLS (multi-protocol label switching) e prevê a adoção de VoIP (voz sobre IP) chegando a todos os 417 municípios baianos, conectando escolas, hospitais e demais serviços públicos. “Estamos com o edital pronto e ele está passando por uma verificação. Em outubro deve estar ‘na rua’ para comprar o serviço no mercado”, garante Calmon, que já prevê o retorno do investimento em dois anos.
Associada ao aporte do datacenter (leia acima) está prevista a contratação de uma consultoria para adoção de Cobit e ITIL como forma de implantar na empresa uma Governança de TI efetiva. “Já temos muito cuidado com indicadores, com grande confiabilidade nos processos e um downtime próximo de zero. E já trabalhamos dentro da governança corporativa, o que implica em uma evolução fácil para TI”, afirma. Segundo suas projeções, em 2008 a companhia pretende chegar ao status de CMMi em desenvolvimento de sistemas.
Outro tema no topo da agenda da Prodeb, a segurança, deve ganhar novo status com a busca da norma ISO 27001. A meta é ser um security provider a partir de uma parceria montada com a Módulo Security, que pode evoluir em 2007 para que a empresa se torne uma autoridade certificadora. “Chegando a esse estágio precisaremos de mais investimentos até 2008 para oferecer o serviço em todo o estado”, garante Calmon. Essa iniciativa, como muitas delas, partem da pesquisa do grupo de inovação, composto por três profissionais: um de negócios, outro de sistemas e outra de infra-estrutura.
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