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Holofotes voltados para o Brasil

Por Fernanda Ângelo, do COMPUTERWORLD

31 de agosto de 2006 - 00h05
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Ainda para atender às necessidades da companhia, Birman também está montando um time para tecnologia, estratégia e arquitetura. “Fernando Birman é um coordenador de região, além de ter a área de poliamida sob sua responsabilidade. Na prática, Fernando [Birman] está indo de uma posição na América Latina, para uma posição mundial”, esclarece Rambaud, acrescentando que a área de TI no Brasil deve dobrar por conta do centro de competência. “É um projeto de offshore interno”, conclui.

Rumo à matriz
Até mesmo por todo o seu envolvimento com a nova organização da empresa, Birman acabou por estabelecer uma relação muito forte com o CIO mundial da Rhodia, a quem passou a responder diretamente. Hoje, o executivo já tem boa parte de suas funções de natureza global. Ele coordena o planejamento estratégico de TI na multinacional e preside um comitê de arquitetura de aplicações, ambos em nível mundial.

Com base nisso, pode-se dizer que meio caminho para o cargo de liderança na matriz – seja em TI ou não –, que Birman espera ocupar em cinco anos, já está percorrido. E, ao que tudo indica, quem sabe essa jornada não seja concluída antes mesmo do prazo previsto. É esperar para ver.

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