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Sem perder a calma, jamais

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

31 de agosto de 2006 - 00h05
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Apoio externo em benefício do desenvolvimento

Dos cerca de 700 funcionários da Bovespa, nada menos do que 270 – ou quase 40% – são contratados da área de tecnologia, sem contar terceiros e até estagiários. Por mais impressionante que a cifra possa parecer à primeira vista, pode ser facilmente justificada, uma vez que praticamente todo o processo atual de negociações e transações da Bolsa é baseado ou tem relação profunda com o meio eletrônico.

Mas, mesmo com essa equipe robusta, a Bolsa tem utilizado em diversos momentos apoio externo de desenvolvimento. “Sempre que possível, fazemos avaliação para ver quanto o desenvolvimento de sistemas custaria internamente e fora. Geralmente só consigo passar a parte de codificação, já que existe pouco conhecimento do negócio de Bolsa de valores externamente, o que dificultaria, por exemplo, a fase de especificação. Mas já tivemos boas experiências com o desenvolvimento externo”, aponta.

O controle de qualidade desses códigos, porém, é rígido. A área de TI passa um “pente fino” em todos os processos terceirizados e o compara o serviço apresentado a uma espécie de manual do desenvolvimento, além de cobrar de perto o cumprimento do cronograma, por meio de avaliações semanais. Por trás de tudo isso? O olho clínico do CIO.

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