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Intelig: orgulho de ser diferente
Operadora contraria os reveses que enfrentou desde a sua fundação, em 2000, e conquista prêmio por clima de celebração e transparência.
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Você se lembra de uma campanha publicitária em que três atrizes paravam pessoas na rua para pedir votos ao nome de uma companhia? Cada uma estampava em suas camisetas um telefone gratuito em que era possível votar no nome escolhido para a nova operadora de telecomunicações: Unicom, Dialog e Intelig.
Só por essa estratégia de lançamento é possível perceber que a Intelig já nasceu disposta a não ser igual às demais. Até hoje, a companhia mantém peculiaridades que só corroboram com o fato de ter conquistado o título “Orgulho” entre as dimensões do prêmio das Melhores Empresas para Trabalhar em TI e Telecom.
A companhia, criada em 2000 pelos sócios National Grid, Sprint e France Telecom, logo provocou o mercado de chamadas de longa distância ao desafiar a então líder absoluta – Embratel – com tarifas a partir de 0,06 reais por minuto nas ligações aos Estados Unidos, por exemplo, país para onde uma chamada custava, em média, 0,90 reais na época.
Há quatro anos, no entanto, os sócios decidiram vender a companhia e, diante do insucesso da tentativa, deixaram de aportar recursos na operadora.
Desde então, a Intelig adotou um modelo de gestão compartilhada em que perdeu a figura do presidente. Ela é comandada por um grupo de três gerentes delegados.
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