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Excelência profissional é aqui
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Além disso, uma prática ajuda no momento de o funcionário reconhecer a Kaizen como uma grande empregadora. De todo o lucro obtido pela empresa, 20% é distribuído entre os funcionários, o que reforça o sentimento coletivo de responsabilidade com gastos e do papel de cada um deve desempenhar para atingir produtividade máxima. Outra política é a lista divulgada na intranet, que revela os salários de todos os cargos da companhia. Cada um sabe onde está e ao que pode chegar.
O exemplo da companhia sediada em Indaiatuba, no interior do Estado de São Paulo, ilustra bem os resultados da pesquisa. Na opinião de 55% dos funcionários das 40 Melhores 2007, as oportunidades de crescimento e desenvolvimento pessoal e profissional são o primeiro fator de retenção de talentos, assim como em 2006. A população que elegeu este tópico possui 84% de satisfação. O segundo fator de retenção, na opinião de 24% dos funcionários, é o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional, com 78% de satisfação.
De malas prontas
Às vezes, o reconhecimento leva à “perda” de um talento para a matriz, prática mais que corriqueira em companhias de grande porte. Esse é o caso de Rogério Panigassi, engenheiro formado pela Mauá que depois de seis anos e meio atuando na Microsoft Brasil está de mudança para Seattle, onde vai assumir o cargo de gerente de marketing para o setor acadêmico da Microsoft Corporation.
A história do executivo é singular. Panigassi resolveu, há alguns anos, quando estava no departamento de marketing, apostar em movimentações laterais na companhia. Graças à promoção da profissional que seria a sua chefe, viu-se em uma área com orçamento engessado, em um vácuo de hierarquia e com um evento mundial para participar. A pauta era discutir a viabilidade da criação de uma competição de desenvolvimento de software para estudantes. “Durante a apresentação, o executivo da corporação perguntava: ‘Qual é o melhor lugar para fazer a competição’? Ninguém respondia. Tomei coragem, me levantei e sugeri o Brasil”, conta. Ele listou as vantagens do câmbio – cada dólar valia três reais na época –, das atrações naturais e da cultura receptiva do brasileiro. Deu certo.
Dessa reunião nasceu a Imagine Cup, evento que, na sua primeira edição, gerou 1,5 milhão de dólares em investimentos no País e contou com a participação de equipes de 43 nações. “Eu precisava dos recursos e o evento traria o dinheiro. Além disso, foi fundamental para gerar maior interesse dos estudantes com a tecnologia”, relembra. Na sua última edição na Coréia do Sul, a Imagine Cup registrou 110 mil inscritos, sendo 36 mil deles do Brasil. Das quinze equipes finalistas, aliás, três são brasileiras. “Fatores como a liberdade de expressão, os recursos, a inteligência e o nível das pessoas que eu encontrei por aqui são únicos. Agora, vou vivenciar isso na sede”, afirma o executivo, prova viva da excelência do profissional de TI brasileiro.
Um gigante no mercado de TI
Conheça a “superempresa”, companhia hipotética que soma as características de todas as 40 participantes da pesquisa
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Faturamento bruto |
R$ 542,08 bilhões |
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Número de funcionários |
38.623 |
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Líderes admitidos |
459 |
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Demais funcionários admitidos |
13.179 |
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Líderes – saídas voluntárias |
460 |
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Demais funcionários – saídas voluntárias |
3.943 |
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Líderes demitidos |
308 |
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Demais funcionários demitidos |
6.059 |
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Total de currículos recebidos |
496.905 |
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Mulheres em cargo de liderança |
1.464 |
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Homens em cargo de liderança |
2.449 |
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Demais cargos – mulheres |
16.812 |
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Demais cargos – homens |
17.575 |
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Profissionais com menos de 20 anos |
2.089 |
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Profissionais entre 20 e 25 anos |
6.431 |
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Profissionais entre 26 e 35 anos |
15.807 |
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Profissionais entre 36 e 45 anos |
7.540 |
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Profissionais entre 46 e 55 anos |
4.915 |
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Profissionais acima de 55 anos |
1.306 |
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