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A melhor também no respeito

Além de ser eleita a Melhor Empresa para Trabalhar em TI e Telecom no Brasil, a Kaizen também é a melhor na dimensão Respeito. Conheça as práticas da companhia.

Por Camila Fusco, do COMPUTERWORLD

19 de julho de 2007 - 01h00
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Geralmente o primeiro dia de trabalho em uma nova empresa não é dos confortáveis. Ainda em fase de adaptação, o funcionário timidamente tenta sentir o ambiente, analisar os colegas e entender, ainda que por conta própria, como funciona a nova companhia. A situação descrita, no entanto, não parece com a realidade da Kaizen, considerada também a melhor empresa de TI e telecom para trabalhar na dimensão Respeito. Isso porque quem chega já tem a noção exata do que vai encontrar.

Tudo começa com o Pontapé Inicial Kaizen (PIK), uma espécie de treinamento para o novato que tem a missão de reduzir o tempo de adaptação do contratado. A integração é feita de forma descontraída, mas cada um que sai de lá já sabe que qualidade será o norte de seu trabalho cotidiano. De acordo com Alexandre Picchi Neves, fundador e diretor geral, o ambiente no qual o funcionário é envolvido desde o primeiro dia de trabalho se replica no cotidiano e faz com que muitos que saem, queiram voltar.

Fabiana Faria, hoje coordenadora de Administração de Vendas e Marketing, é um exemplo disso. Depois de passar um período em outra empresa, retornou para a Kaizen, onde teve sua admiração ampliada após passar por um doloroso tratamento médico, em que precisou extrair um rim. No período de um mês que ficou internada a executiva sentiu de perto que o clima de respeito não é direcionado apenas ao profissional, mas ao lado humano dos funcionários. Agora, Fabiana conta com o apoio dos colegas também em um momento muito especial de sua vida – ela se casa no próximo dia 1 de dezembro. “Posso dizer que na minha vida profissional eu já casei com a Kaizen, e não tenho nenhum plano de divórcio”, brinca.

Oportunidades abertas
O gerente de suporte Henry Moriyama aponta ainda outro atributo que contribui de forma expressiva para a percepção de respeito da companhia por seu funcionário. Um dos pontos mais positivos, segundo ele, está na preocupação dos líderes em valorizar dar boas oportunidades para todos os profissionais, em vez de simplesmente buscar alguém no mercado. O próprio Moriyama passou por situação semelhante. Menos de um ano e meio depois de ter ingressado na companhia, foi indicado para estruturar o grupo de suporte. “Isso me marca bastante por causa da confiança que eles tiveram em mim. É algo que faz bem ao profissional”, ressalta.

Quem visita a sede da Kaizen, em Indaiatuba (SP), logo percebe que a preocupação com a construção de um bom ambiente de trabalho e favorável ao relacionamento são marcas fundamentais da gestão. No entanto, um desafio está em levar esse ambiente para quem está fora, nos escritórios de São Paulo ou Porto Alegre, por exemplo, ou em clientes. Para minimizar as distâncias, a Kaizen também os traz para participar dos principais eventos na sede em Indaiatuba.

Além disso, realiza workshops técnicos para desenvolver o lado profissional e, para aqueles que estão em projeto em outras empresas, existe um monitoramento constante feito por um gerente. E o apoio em caso de conflito, é incondicional. “Nem sempre existe uma boa relação entre o cliente e o profissional deslocado. Em alguns casos, o profissional precisa até voltar, já que a palavra final é a do cliente. Mas fazemos questão de deixar claro que isso não altera em nada a percepção sobre esse profissional. Não existe nenhuma marca em sua ficha”, comenta Mauro Chamani, gerente do escritório de projetos.

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