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Em busca do controle total dos processos

Sergio Luiz de Oliveira, vencedor da categoria de Serviços, comemora sete anos na Ticket e comenta a reestruturação dos processos da empresa.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

31 de agosto de 2007 - 00h00
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Foram sete anos e uma diversidade de projetos com investimentos em tecnologia que chegaram à casa dos 100 milhões de reais, culminando com um enorme projeto para a reestruturação dos processos de negócios da companhia. A história de Sergio Luiz de Oliveira, o IT Leader do setor de Serviços, como diretor de tecnologia da Ticket Brasil tem um capítulo interessante em 2006: reconstrução dos processos de negócios corporativos.

A missão do executivo não era das mais fáceis: precisava mapear a empresa a partir de sua cadeia de valor, oferecendo a simplificação das operações e reduzindo gastos. Além disso, era preciso treinar os funcionários em uma visão de processos, mudando a maneira de atuação. “Agora, 300 dos nossos colaboradores entendem de processos, estão habilitados a mapeá-los e simplificar as operações em seu dia-a-dia. E são multiplicadores desse esforço”, conta.

Ainda em 2006, relembra o executivo, aconteceu um outro projeto de destaque cuja implementação foi realizada em dezembro do ano passado. A empresa optou por fazer o insourcing das autorizações das transações dos cartões magnéticos. Antes, esse processamento era feito pela Orbital, atualmente empresa do Banco Itaú, mas – depois da compra de uma plataforma de autorização e adaptação para atuar no segmento de serviços – o serviço foi trazido para dentro de casa. “A Ticket atua bastante com outsourcing, mas tem maturidade para trazer as operações que interessam para dentro de casa. Com isso, conseguimos mais flexibilidade no desenvolvimento de produtos, caindo de seis meses para um mês, além de reter um processo nuclear ao negócio e de reduzir o custo operacional envolvido”, detalha.

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Os dois projetos foram tão bem sucedidos que, dentro do movimento de internacionalização do grupo, serão exportados para as outras unidades da Ticket no mundo. “É motivo de orgulho”, resume Oliveira.

O início da história

A parceria entre a Ticket e seu diretor de tecnologia começa em 2000, quando o executivo foi convidado a gerenciar a implementação do ERP (sistema integrado de gestão) e do CRM (ferramenta de gerenciamento das relações com clientes). Formado em engenharia pela Universidade Federal de Minas Gerais em 1983 e pós-graduado em Ciências da Computação na Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, o gestor tinha experiências profissionais no setor de petroquímica e de telecomunicações – nada na área de serviços.

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