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Tecnologia para suportar o crescimento do mercado
Por Taís Fuoco, do COMPUTERWORLD
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Mesmo assim, a montadora tem uma estrutura de TI bastante enxuta: são 55 funcionários diretos, mas Martins lembra que a GM “já está na quinta geração de outsourcing”, depois de ter criado sua própria companhia de TI – a EDS –, que mais tarde ganhou status de empresa independente. Hoje a GM trabalha com diversos fornecedores terceirizados, que envolvem cerca de 1,8 mil empregados.
A missão da equipe de funcionários é fazer a gestão do departamento. Martins explica que “todas as necessidades da companhia em TI são adaptadas para uma demanda de serviço e o pagamento é feito por métricas, dentro do mesmo conceito”.
Um exemplo foi a adoção do sistema de voz sobre IP (VoIP) na subsidiária brasileira. O serviço, adotado em 2003, hoje engloba mais de 4 mil ramais e já foi exportado para outros países, como Argentina, Chile e Equador. O modelo de negócios envolveu a contratação do serviço, sem nenhuma compra de ativos.
Engenheiro eletrônico com MBA em General Management na África do Sul, Martins é feroz defensor da tecnologia dentro do negócio. “TI não é algo que traz melhoria para o negócio, TI é o negócio, é um caminho sem volta”, declara, enfático. “Se eu gerar um problema na folha de pagamentos, 21 mil funcionários podem deixar de receber”, exemplifica.
Por isso, na sua avaliação, “em TI, toda hora é a hora da verdade”, desde o momento em que o funcionário liga o celular corporativo ou uma ordem de compra de peça é disparada.
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