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TI garimpando resultados
Depois de um ano com foco na consolidação da infra-estrutura da AngloGold Ashanti, Pedro Augusto Mendonça de Oliveira prepara-se para rever planejamento estratégico.
Por Fábio Barros, do COMPUTERWORLD
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A sul-africana AngloGold Ashanti é hoje a terceira maior produtora de ouro do mundo. No Brasil, que responde por 7% de sua produção global, as operações da companhia incluem a AngloGold Ashanti Brasil Mineração, subsidiária de controle integral e participação de 50% na Mineração Serra Grande, ativos adquiridos em 1998. Veja outros vencedores do prêmio IT Leaders 2008.
Por aqui, a companhia tem direitos minerais sobre 59,7 mil hectares em Minas Gerais, em unidades divididas pelas cidades de Nova Lima, Sabará e Santa Bárbara, nas proximidades de Belo Horizonte. Isso tudo gerou, em 2007, a produção de 317 mil onças de ouro, um crescimento de 31% em relação a 2006, quando a produção foi de 242 mil onças. Traduzindo: a subsidiária brasileira de AngloGold terminou o ano passado com lucro bruto de 88 milhões de dólares.
No suporte à boa parte destes resultados, está uma equipe de TI composta hoje por 28 pessoas e dividida pelas áreas de infra-estrutura, telecomunicações, redes e help desk. É à frente desta equipe – e mais 11 pessoas divididas entre a Argentina e a Colômbia, que Pedro Augusto Mendonça de Oliveira comanda as operações de TI da AngloGold Ashanti em toda a América do Sul.
E não tem sido pouco trabalho. Ao longo dos últimos doze meses, o executivo dedicou-se a uma série de projetos que correram em paralelo e devem suportar o crescimento da companhia nos próximos anos. “Tivemos foco muito grande em segurança, com a implantação de uma solução de acesso à nossa rede e também de melhoria de nossa estrutura de Telecom, com o projeto de substituição do PABX por uma solução IP”, explica.
O sistema de telefonia IP, fornecido pela Cisco, inclui um projeto global da AngloGold, que tem a meta de ter todas as suas unidades unificadas. “No futuro teremos uma grande nuvem de telefonia sobre toda a companhia. No Brasil, já estamos com todas as unidades integradas”, ressalta Oliveira.
Os dois projetos estiveram interligados por uma necessidade comum, uma vez que integraram e garantiram acesso seguro aos oito sites que a companhia mantém na região de Nova Lima. A interligação, inclusive, é feita por meio de uma rede própria, implantada e gerenciada pela própria área de TI da companhia. “Foram projetos bastante complexos em razão da nossa estrutura de negócio. Você não abre uma mina aonde quer. Tem que levar sua estrutura até ela”, compara.
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