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15 de Janeiro de 2007
Um smartphone, por favor!
Sei que isso vai soar estranho, mas eu resisto à tecnologia. Foi assim com o celular, que só foi invadir minha vida em 1999, quando praticamente todo mundo que eu conhecia já tinha o seu. Hoje, claro, não sei sequer o número de telefone da minha casa e meu celular não fica desligado nunca...
O objeto da resistência atual é o smartphone. Eu olho pro bichinho e penso com os meus botões: "Eu, hein?! Com um negócio desses nunca mais vou parar de ler e-mails". Além do medo de virar um workaholic completo, já tenho meu Palm e estou muito feliz com o resultado de nosso relacionamento.
Mas em dias como hoje, que São Paulo parou em plena época das férias em função da cratera do Metrô, confesso que fico pensando com inveja nos felizardos que têm um smartphone. Afinal de contas, os 45 minutos que gastei para fazer um trajeto que não toma mais de 20 em dias normais teriam sido muito mais proveitosos...
E aí eu pergunto a vocês, caros leitores: a chegado dos smartphones melhorou ou piorou o seu dia-a-dia de trabalho?
Publicado por Alexandre Scaglia às 10h47
Sobre o autor
Vinicius Cherobino atua como jornalista especializado em tecnologia há seis anos. Acompanha atentamente assuntos como o mercado de TI, seus números e fusões, segurança da informação, terceirização, infra-estrutura e tendências. Além da redação, também está terminando a graduação em Letras Inglês/Português na Universidade de São Paulo.
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