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Hospital Sírio Libanês amplia tráfego na rede

Depois de unificar o transporte de dados e imagens em uma única rede, o Hospital Sírio Libanês amplia os seus serviços. Agora, também estão sendo transmitidos através da infra-estrutura, o tráfego das imagens de ultra-som, tomografia, ressonância magnética, etc.

25 de abril de 2001 - 12h40
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O Hospital Sírio Libanês, que unificou em uma única rede o transporte de dados e imagens, está agora, ampliando o tráfego nessa infra-estrutura. Agora, já há também, via rede, a transmissão de imagens de ultra-som, tomografia, ressonância magnética e etc. <p>
“Esta novidade garante benefícios para a radioterapia, que consegue integrar imagens da tomografia e da ressonância com o seu sistema de planejamento de tratamento, que também possui um mini-prontuário do paciente”, afirma Enio Jorge Salu, CIO do hospital.<p>
Desta forma, tanto os físicos quantos os médicos da radioterapia conseguem capturar imagens e dados de outros serviços; planejar o tratamento, controlar os equipamentos de radioterapia (aceleradores), além de registrar a evolução dos pacientes através da mesma rede física, que possui estações de trabalho simples e workstations, dependendo da necessidade do profissional.<p>
Segundo Salu, após a unificação das redes, a ampliação dos serviços não foi uma tarefa complicada, uma vez que já existia banda para a aplicação atual da radioterapia, sendo que o maior trabalho foi a definição das rotas para garantir a qualidade do tráfego. <p>
“O investimento no novo serviço terminou sendo mínimo, já que os nossos esforços foram concentrados na unificação das redes de dados e imagens -- agora, tudo trafega em dados -- e em função disso, houve oreaproveitamento dos equipamentos foi quase total”.<p>
Segundo Salu, já existe tecnologia para capturar e tratar imagens multi-formato, ou seja, é possível transformar imagens DICOM em imagens de ambiente aberto, tipo BMP JPG etc. <p>
“Até filmes de Angiografia nós já conseguimos capturar e transformar em AVI ou MPEG”, completa o executivo.<p>
Essa inovação é possível graças ao software de tecnologia aberta, da Siemens e de outros fornecedores do mercado, tanto para a solução que transfere, como para a que planeja o tratamento da imagem, sem a necessidade de aquisição de sistemas PACS (Picture Archive Computer System ) – sistema de armazenagem e distribuição de imagens para a área de saúde, originalmente, idealizados para o trânsito de arquivos de alta definição .<p>
Para a próxima etapa, o Sírio Libanês prevê o orçamento para passagem do backbone para gigabits. “Acreditamos que o investimento em equipamentos ficará em torno de US$ 50.000, já prevendo redundâncias de segurança”, conclui.<p>

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