Publicidade

COMPUTERWORLD - O portal voz do mercado de TI e Comunicação

Gestão

Terceirização compulsiva tem os dias contados

Por Ana Paula Oliveira, do COMPUTERWORLD

06 de setembro de 2006 - 10h40
página 4 de 5

Prova disso é que da base atendida hoje pela DH&C, apenas cerca de 5% dos clientes contam com a empresa como provedora única de serviços de TI. “Acho que entre 30% e 40% do total já fazem uma terceirização inteligente, dividindo os parceiros por áreas de atuação”, revela o executivo. A contrapartida da DH&C fica por conta da flexibilidade nos contratos, que podem ser revistos pelos clientes e comportam uma redução de até 30% dos serviços fornecidas sem causar grandes dilemas. “Hoje é loucura engessar um cliente por três anos e depois perdê-lo para um concorrente com mais visão de negócio”, arremata Boralli.  Definitivamente, flexibilidade é a palavra-chave do universo corporativo. E os mais preparados para a adaptação constante já estão saindo na frente. 

Multisourcing 24 x 7

A Orbitall, empresa de serviços de processamento de informações financeiras de cartões de crédito, adota o conceito de multisourcing em sua rotina diária. “Já nascemos, em 2000, com o espírito de integrar processos e serviços. Como nossa cadeia é muito extensa e em alguns pontos a escala é fundamental, fica muito difícil ser bom em tudo e ainda atingir a escala necessária”, explica Carlos Alberto Serrano, diretor da área de arquitetura e segurança da informação da Orbitall.

A empresa conta hoje com parceiros nas mais variadas atividades passando pela gravação dos cartões de crédito, envio das faturas e dos cartões aos clientes até as centrais de atendimento aos usuários.

Para definir sua estrutura de fornecedores, Serrano dividiu a mesma em três blocos. O primeiro, dos parceiros estratégicos, é formado por empresas que compartilham objetivos de negócios diretos com a Orbitall. Geralmente nesse grupo existe um provedor para cada atividade da empresa “Nossa rotina está tão próxima que desfazer a relação com uma dessas empresas seria uma coisa terrível”, comenta o diretor.

No segundo grupo, formado pelo pelotão médio ou intermediário, o ‘casamento’ entre as duas empresas não é tão estratégico, mas ainda é muito importante. Nesse grupo, existem mais de um parceiro para executar a mesma operação. “No entanto, os compromissos mútuos continuam”, ressalta Serrano.
Já o terceiro grupo é formado por um grande bloco de fornecedores que desempenham as mais variadas responsabilidades dentro da Orbitall. “Mesmo nesse nível existe um processo de co-responsabilidade”, enfatiza.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas

SLIDE SHOWS

Publicidade
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld