Gestão
Terceirização compulsiva tem os dias contados
Por Ana Paula Oliveira, do COMPUTERWORLD
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O segredo desses relacionamentos, na visão de Serrano, é compartilhar a percepção de mercado com o fornecedor. Para ele, quando existe um alto nível de integração, fica mais fácil preparar a estrutura para as mudanças do mercado. “Nesta posição todos ganham ou perdem, pois estão no mesmo barco”, diz.
A flexibilidade dos contratos de terceirização também é destacada por Serrano, que acredita na definição de valores conjuntos entre os parceiros para simplificar este dilema.
“O contrato é apenas uma fotografia da realidade. Ele tenta transformar numa visão rígida um processo que é dinâmico por natureza”, alerta. A saída, para o executivo, é repactuar os compromissos e reavaliar se as parcerias fazem sentido a cada novo desafio. “Afinal, o que cobramos dos parceiros é exatamente aquilo que nossos clientes também nos cobram”, conclui o diretor da Orbitall.
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