Gestão
Amesp revisa processos e reduz 50% dos custos
A operadora de planos de saúde adota solução de gestão da Polimed e consegue integrar sistemas, revisar processos e renovar rede credenciada.
Por COMPUTERWORLD
Compartilhe:
Com mais de 500 mil clientes em São Paulo, a Amesp Saúde precisa estar sempre com seus processos em dia. Afinal, administrar um grupo com 5 hospitais, 1 laboratório e 27 ambulatórios, além de toda a rede credenciada dos médicos exige sistemas totalmente integrados. Essa percepção começou a se tornar parte do dia-a-dia da operadora de planos de saúde em 1999, quando ficou claro que faltava um gerenciamento mínimo nos sistemas.
“Naquela época percebemos que muitos médicos credenciados não tinham nem contrato assinado conosco”, conta André Mello, diretor de Tecnologia da Informação (TI) da empresa. Dessa forma, a empresa escolheu a Polimed para iniciar essa renovação, começando com um projeto-piloto para implantar POS (point of services) nas redes credenciadas. “Na primeira semana tivemos que descredenciar muitas pessoas. Foi surpreendente o número de irregularidades”, conta o executivo.
Com a regularização do cadastro dos clientes e dos credenciados a empresa foi criando processos de autorização de consultas, contas eletrônicas, além de ir integrando seus sistemas. O resultado foi drástico. “Além de reduzirmos a conta médica em 50%, conseguimos dobrar a base de clientes”, afirma Mello, acrescentando que a empresa passou de uma base de 280 mil clientes em 1999 para 500 mil clientes em 2006.
Além disso, hoje a rede da Amesp conta com 1.200 POS que cobrem 98% de todos os pontos de atendimento. Os equipamentos que aprovam as consultas também solicitam autorizações e fazem encaminhamento de pedidos. Mas a mudança não parou por aí. Os resultados também foram sentidos internamente na Amesp. “Hoje a empresa mudou, temos outra cara, tudo isso porque nossa gestão está afinada”, revela Mello.
Com orçamento mensal de tecnologia estimado em 350 mil reais, a Amesp ainda quer melhorar muito seus processos. Em primeiro lugar, a operadora quer implantar a conta eletrônica em 100% da base. Outro foco é a migração dos POS para a internet. “Hoje já temos 35% dos 1.200 POS, mas a meta é migrar todos. O detalhe é que o ritmo depende da infra-estrutura de cada credenciado”, detalha o diretor de TI.
Entre o fim de 2007 e início de 2008 a Amesp também quer integrar o prontuário eletrônico aos seus sistemas, que conta com cerca de 48 interfaces diferenciadas. “Apesar da complexidade, sabemos que valerá a pena”, garante Mello, que já conta com um índice de satisfação dos clientes de 86%. “Já é um número bom, mas vamos ultrapassar os 90%”, promete o executivo.
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


