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Gestão

CTBC amplia uso de videoconferências com nova tecnologia

Empresa substitui ISDN por IP e resolve problemas como a falta de flexibilidade,, custo, qualidade de imagem e ainda agrega novos serviços.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

22 de fevereiro de 2007 - 09h20
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Mesmo ampliando as salas de videoconferências, já está difícil agendar um horário para ocupar os espaços com o recurso. Isso porque a tecnologia que permite comunicação em tempo real já está tão difundida na CTBC, empresa do setor de telecomunicações, que nem mesmo a criação de quatro novas salas – agora são 32, no total – deu folga às reservas.

O analista de telecomunicações master da companhia, Edmo Lopes Filho, conta que a organização utiliza o sistema de videoconferências há algum tempo, mas antes a tecnologia era ISDN a qual, segundo ele, não permitia muita mobilidade.

“Por isso decidimos em março de 2006 migrar o sistema para IP (protocolo internet), o que ampliou a flexibilidade e o compartilhamento da rede, além de gerar a possibilidade de incrementar novos serviços”, explica.

Depois disso, no final do ano passado, a empresa optou pela ampliação de 16 salas. O executivo explica que, enquanto com o ISDN só era possível realizar videoconferências e a qualidade da imagem não era adequada, hoje qualquer tipo de dado circula por meio da mesma rede – dados, voz e imagem – o que facilita as reuniões entre unidades,  treinamentos remotos, além de gerar a possibilidade de alugar o espaço a outras empresas e trazer economia.

“Ainda não conseguimos mensurar tudo e contabilizar economias com passagens aéreas, de ônibus, entre outros, mas só com pagamentos mensais para outras operadoras, economizamos 9 mil reais”, conta.

O equipamento fornecido pela Tandberg pode ser estendido para 120 salas e hoje permite que dez videoconferências sejam realizadas simultaneamente. “Além de tudo ainda conseguimos o retorno do investimento em quatro ou cinco meses e ainda poupamos nossos funcionários do sufoco do caos aéreo do final do ano”, comemora.

A expectativa para 2007 é crescer em 50% as 900 videoconferências que aconteceram em 2006 e também agregar serviços à rede. “Hoje um profissional no celular pode participar da reunião, mas só com sua voz. Imaginamos que com os celulares 3G, poderemos também somar a imagem ao encontro a distância”, planeja.

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