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Gestão

IBM reforça cuidados com o meio ambiente

IBM em Hortolândia classifica resíduos e envia para reciclagem mais de 30 toneladas de materiais reaproveitáveis por mês.

Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD

20 de março de 2007 - 11h12
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São 5,7 mil metros quadrados de piso elevado; 6 centros de processamento; 2,8 mil pessoas atuando em serviços de tecnologia e 105 mil desktops. Esta infra-estrutura corresponde apenas ao Centro de Fornecimento de Serviços de Hortolândia, da IBM. Ainda na mesma cidade, fundado há 2 anos, o Global Command Center tem 4,3 mil metros quadrados de piso elevador, quatro centros de processamento de dados e 480 funcionários. Uma estrutura deste tamanho gera, por mês, mais de 30 toneladas de resíduos eletroeletrônicos.

“É muito freqüente a troca de tecnologia para os clientes. Por isso, tivemos de tratar o desmantelamento das máquinas internamente”, explica João Luis Bianchini, coordenador de meio ambiente da IBM. A companhia já é certificada ISO 14001.

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Para manter a certificação, ela classifica os resíduos em plásticos (carcaças de impressoras, monitores e peças plásticas dentro dos micros), gabinetes de computadores, cilindros de impressoras e discos rígidos devidamente destruídos por segurança. Todo este material é chamado de sucata mista e vendido para uma empresa especializada que faz serviços de disposição final de resíduos. “Quase 100% deste material é reciclado e volta para o mercado de outra forma ou da mesma”, ressalta Bianchini.

Os metais ferrosos e metais nobres, como cobre dos cabos, fios de alumínio e algumas peças de computadores são enviados para siderúrgicas que também reaproveitam o material. No entanto, ainda há mais commodities neste processo: os monitores (essencialmente o vidro) são enviados para uma empresa trabalha especificamente no reaproveitamento deste material, transformando-o em cacos e misturando com outros produtos.

Há ainda os metais nobres, como ouro e prata, que estão presentes em algumas placas de circuito impresso e conectores “Aquilo tem ouro, que pode ser transformado em matéria prima novamente, do tipo 18 quilates”, ressalta Bianchini. Este material é exportado como sucata eletrônica para a matriz na Bélgica. Lá, ele passa por um processo químico e volta o mercado em forma de placas ou até mesmo em jóias.

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