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Governança fraca em TI compromete operações gerais da empresa

Relatório da consultoria britânica Butler Group mostra que a falta de ações efetivas de governança poderá contribuir para o fracasso em massa também das operações gerais de diversas companhias mundiais.

Por COMPUTERWORLD

28 de março de 2007 - 17h27
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A falta de ações efetivas de governança poderá contribuir para o fracasso em massa de iniciativas de TI em várias empresas mundiais nos próximos tempos, o que pode prejudicar, inclusive, os projetos de negócios da empresa em geral.

Isso é o que diz um relatório da consultoria britânica Butler Group, que indica que as iniciativas de governança de TI têm sido aplicadas com mais freqüência no departamento, não atingindo o grau tão almejado de integração e alinhamento com os negócios. Dessa forma, existem deficiências de coordenação entre elementos-chave de TI e as mudanças pretendidas nos negócios.

Tim Jennings, diretor de pesquisa do Butler Group, diz que muitas iniciativas de negócios são baseadas em sistemas de informação. Dessa forma, o impacto de uma governança pobre de TI pode reduzir diretamente os benefícios potenciais nas demais áreas da companhia. O executivo ressaltou ainda que são as grandes empresas que estão prestando mais atenção aos atributos de governança de TI.

Já pequenas e médias organizações – com até 5 mil funcionários – são menos suscetíveis a ter as disciplinas exigidas operando de forma correta, o que faz com que estejam mais vulneráveis a retornos mais fracos de investimentos em TI.

O estudo divide os investimentos em TI em três categorias: operar a companhia, mudar a companhia e inovar, cada divisão com características distintas. Para a primeira divisão, a ênfase está na disponibilidade, confiabilidade e execução das operações de TI com o custo mais razoável possível.

Alterar a organização representa trabalho em novos projetos de TI com drivers como satisfação do cliente, melhorias de produtividade ou vantagens competitivas. O papel dessa categoria é formalizar o processo de colaboração entre os negócios e a TI.

O relatório conclui que um framework para governança de TI deve ter uma visão de ponta a ponta da cadeia de valor da TI, incluindo tanto perspectivas de negócios quanto de TI.

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