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Gestão

Como está a vida depois da Sarbanes-Oxley?

Por Cláudia Zucare Boscoli, da CIO

17 de abril de 2007 - 13h45
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Eveli lembra que, durante a adaptação à Sox, a Ford aproveitou para implantar, por conta própria, outras mudanças relevantes. “Nossos aplicativos passaram por uma avaliação de confidencialidade, integridade e disponibilidade”, diz.

No primeiro quesito, o acesso às informações passou a ser limitado de acordo com a importância de cada documento – se público, privado ou secreto – e os funcionários foram orientados a trocar de senha periodicamente, sendo bloqueados de imediato ao mudar de departamento ou se desligar da empresa.

A integridade significou testar todas as 150 aplicações para evitar que um pequeno gap resultasse em crise, serviço que consome oito meses de trabalho ao ano. “De março a novembro, fazemos questionários de 40 perguntas por aplicativo para cada analista e pedimos evidências das conclusões. O chefe olha, aprova, daí vem uma auditoria do comitê e outra externa”, explica Badan.

Já a disponibilidade tornou possível o acesso mais fácil e rápido a documentos essenciais – como, por exemplo, a folha de pagamento estar à mão todo final de mês. “Desenhamos um calendário para o nosso banco de dados. Quais documentos são mais necessários em cada época do ano?”, exemplifica.

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