Gestão
China investe pesado em tecnologia de gestão de risco
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“Está na hora de os grandes bancos enfocarem o lado das pessoas e dos processos”, alerta Charles Richard, co-fundador da Quantitative Risk Management, empresa de consultoria em gestão de risco, e ainda acrescenta: “Não creio que o ponto fraco esteja em TI. Está no negócio.”
Para reter seus melhores clientes e competir com instituições estrangeiras, os bancos chineses também estão investindo em tecnologia para dar suporte a novas linhas de negócio. No ano passado, por exemplo, o Banco Agrícola da China começou a utilizar software da empresa londrina Misys para negociação e gerenciamento de risco de derivativos e produtos estruturados.
A iniciativa também foi motivada pela exigência da Comissão Reguladora de Bancos da China de que os bancos implementem tecnologia antes de se engajarem em determinados tipos de negócio. “Seguimos uma determinação regulatória da Comissão”, revela um gerente de TI do China Merchants Bank, também usuário pioneiro. “Se quisermos negociar derivativos, precisamos ter este tipo de sistema.”
Se a China precisa, a China terá. “O ritmo de mudança e crescimento é extraordinário”, diz Formant. Ele prevê que na próxima década os bancos chineses vão assumir seu lugar entre as maiores instituições de serviços financeiros do mundo.
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