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Gestão

Buscar técnicos de TI no mercado de trabalho online é opção para pequenas empresas

Estratégia é utilizada pelo SMB para contratar talentos com conhecimento técnicos, tanto nos Estados Unidos quanto em offshore, para projetos.

Por COMPUTERWORLD

18 de junho de 2007 - 13h25
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Apostar no mercado de trabalho de TI online foi a estratégia que Giancarlo Fiorarancio tomou com a rede feminina Betsey Johnson, de Nova Iorque, EUA, quando foi contratado como diretor de TI pela empresa há nove meses.

Antigamente, a Betsey Johnson contrataria empresas de TI locais para realizar as atualizações ou para consertar as estações de trabalho ou a rede das lojas. Contudo, essa maneira é mais custosa e as habilidades dos técnicos nem sempre resolvia os problemas, diz Fiorarancio. Agora, ele atua com a OnForce, empresa que atua como um intermediário para contratar talento técnico freelance para a empresa.

Fiorarancio afirma que pelo web site da OnForce, ele pode analisar o auxílio de TI por área geográfica, analisar as habilidades antes de contratar um profissional de TI e analisar como ele foi classificado por outros clientes. Além disso, é possível oferecer pagamentos baseados na tarefa que precisa ser realizada.

A nova estratégia, defende o executivo, cortou os custos com suporte remoto da Betsey Johnson pela metade. E com o uso repetido de técnicos freelance, a companhia está formando a sua própria força remota de TI. “Eu os vejo como uma extensão on-site do nosso departamento de TI”, acredita Fiorarancio.

Esse tipo de atuação pode ter um impacto ainda maior quando o assunto é offshore de TI. Empresas como a oDesk, da Califórnia, está auxiliando companhias de todos os tamanhos a atuar com programadores offshore.

Sem o offshore, Aaron Smith não teria a posição que tem hoje. Trabalhando com a sua esposa, Smith opera a Chiron Data Systems, empresa texana de software dedicado à diabetes. Ele usa o serviço online da oDesk para encontrar força de trabalho remota para desenvolvimento. Atualmente, ele trabalha bastante com um programador na Rússia que recebe cerca de 15 dólares por hora, valor substancialmente menor do que os 60 dólares a 120 dólares que eles pagavam para programadores nos Estados Unidos.

Há um ano, a oDesk tinha 5 mil prestadores de serviços cadastrados e uma lista de vagas de trabalho que cehgava as centenas. Em maio último, listou mais de mil vagas de emprego e cerca de 13 mil provedores de serviços, garante o CEO da empresa Gary Swart.

Os pagamentos variam conforme as habilidades técnicas e as áreas geográficas, assim como o tipo de projeto e as recomendações dos clientes antigos. O trabalho em desenvolvimento pode ser monitorado e avaliado em tempo real.

Assim como em sites de leilão, as recomendações de compradores (ou clientes) ajudam aos técnicos, já que maior índice de aprovações resulta em maior pagamento. Para garantir isso, os técnicos precisam entregar melhor serviços, defende Shane Bell, cuja empresa, a ITechWest Solutions, usa o serviço da OnForce.

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