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Gestão

Dental Morelli cria estrutura de storage para suportar crescimento

Empresa precisava consolidar os dados para suportar alta em faturamento de 20% ao ano e por isso buscou recursos de TI.

Por Vinicius Cherobino, do COMPUTERWORLD

21 de junho de 2007 - 12h15
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A Dental Morelli enfrentava repetidos problemas com a sua infra-estrutura de tecnologia por conta de seu crescimento de 20% ao ano. Com pouco tempo para planejar e preparar, a companhia especializada em materiais ortodônticos – que faturou 70 milhões de reais em 2006 – enfrentava um problema comum para empresas pequenas que passam a ser médias: criar o ambiente de TI necessário para suportar o crescimento sem criar entraves para a produtividade.

“A expansão das soluções aconteceu de maneira descontrolada, atuávamos sempre para resolver o problema imediato, sem ter tempo para planejar e mapear as nossas necessidades”, conta Matias Araújo, coordenador de informática da Dental Morelli. Segundo ele, um dos maiores desafios estava nos servidores que, mesmo contando com espaço em disco mais do que suficiente para as necessidades da empresa, ele estava descentralizado e não podia ser usado.

Neste momento, a empresa optou por criar uma estrutura de storage que seria duplicada para culminar na criação de um site back-up com replicação em tempo real. “Já investimos 150 mil dólares, entre a solução de armazenamento, a infra-estrutura de rede e a expansão dos servidores”, conta Araújo. O projeto para a criação da redundância tem expectativa de ser iniciado no segundo semestre deste ano, 2007, com conclusão no primeiro trimestre de 2008. “No total, estimamos investir um montante em torno de 600 mil dólares a 700 mil dólares no projeto inteiro”, completa.

Araújo destaca que não foi difícil sensibilizar o time executivo da necessidade de investimentos dessa monta, já que a preocupação de um ambiente mais estruturado e garantido partiu da própria diretoria. “Desde 95, a diretriz da companhia é direcionar as vendas para a internet. Hoje, com mais de 80% das vendas online, a TI é crucial para o negócio”, garante. Ele conta que, antes do projeto, foi perguntado o que aconteceria se a empresa passasse por um ‘apagão’ de TI. “Levaríamos duas semanas para voltar, se desse tudo certo. A diretoria achou o prazo muito grande e decidiu investir”, diz.

O equipamento escolhido pela empresa foi o Clariion CX3-20c da EMC. O executivo destaca que a implementação do projeto foi feita pela integradora CSF.

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