Gestão
Grupo Infoglobo centraliza operações com thin client
Projeto começou com o Plano de Atualização Tecnológica, que prevê a troca de 20% a 25% dos equipamentos obsoletos.
Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
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O projeto de implementação de terminais thin client no Grupo Infoglobo, divisão que reúne os jornais do grupo Globo, foi realizado em etapas, por redações, e só incomodou aos usuários por não trazer o benefício de uma vez só.
“Quando os jornalistas contavam como as máquinas estavam respondendo rapidamente e de como era bom ter a mesa livre, os outros nos pediam para estender o projeto”, conta o coordenador das equipes de redação da empresa, André Guarabyra.
A iniciativa começou com um piloto em 2006 na equipe do jornal O Globo, com a aquisição de 300 estações e investimento de 800 mil reais em monitores LCD, servidores, os think clients e as licenças.
Em 2007 foi estendido para mais 300 máquinas e já atende à redação do Expresso e deverá chegar também ao Extra e à Central de Atendimento.
As prerrogativas para a iniciativa, de acordo com o gerente de operações e infra-estrutura, Renato Baptista, foi a segurança das informações, simplificação do hardware e a redução no custo total de propriedade foram fundamentais.
“O ponto de partida, no entanto, foi o nosso Plano de Atualização Tecnológica, que prevê a substituição de 20 a 25% dos equipamentos obsoletos e que muitas vezes estão descontinuados”, conta.
Baptista explica que não se preocupou com os riscos de queda de oferta da rede – um temor de quem centraliza as operações em um servidor – porque divide as tarefas de grupos de computadores no que chama de “farms”.
“Desenhamos a redundância necessária e, assim, há flexibilidade de quando um grupo cair, ser direcionado para outra farm”, explica. Para o projeto, a empresa destacou diversas necessidades, mas acabou resolvendo uma questão que nem havia sido lembrada.
Segundo Guarabyra, é vital hoje para o jornalista acessar vídeos na internet, o que exige mais recursos de banda. “O thin client fornecido pela Wyse resolveu até mesmo isso”, afirma. Além disso, houve aumento do intervalo necessário para atualização das máquinas e a queda significativa nas chamadas por atendimentos de help desk, que segundo o gerente de operações e infra-estrutura chegou a cair em 68%.
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