Gestão
Gradiente amplia uso de terceirização de impressão no escritório e estende à fábrica
Empresa passou de um contrato de manutenção de equipamentos para prestação de serviços e começa a estender o outsourcing inclusive para a unidade de Manaus.
Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD
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Adepta da terceirização desde 2002, a brasileira fabricante de bens de consumo eletrônicos, Gradiente, resolveu ampliar ainda mais a iniciativa. Mais tarde, entre dezembro de 2005 e janeiro de 2006, a companhia aproveitou a mudança de sede para ampliar a infra-estrutura de impressão corporativa em todas as unidades localizadas em São Paulo e implementar também na unidade de Cariacica, no Espírito Santo. “No momento da mudança mantivemos a marca das impressoras (a Ricoh), mas mudamos o distribuidor e também confiscamos entre 60 e 70 equipamentos de impressão e fax, para substituí-los no novo prédio”, conta o coordenador de TI da Gradiente, Fábio Gimenes Metta.
A transição física e a reestruturação do esquema de cópias e impressão, ainda segundo o executivo, configurou o primeiro grande momento da organização. Depois disso expandimos para o Espírito Santo e ampliamos para nos áreas, como o call center, por exemplo. “Com o primeiro contrato fechado, ficou fácil estender para outros setores”, afirma.
Diante das melhorias, como a centralização dos fax e digitalização dos arquivos, que podiam ser enviados por e-mail ou arquivados, a Gradiente decidiu concretizar uma idéia que fazia parte dos planos desde 2003. “Compramos o software de bilhetagem, em que estamos trabalhando para disponibilizar de forma 100% até setembro”, diz.
Com os avanços, Metta explica que será possível calcular os gastos de impressão gastos por cada área, o que não acontece atualmente. “Hoje rateamos de forma igualitária entre os centros e sabemos que isso não é justo”, acredita. Além disso, a idéia é levar para a fábrica de Manaus o conceito de outsourcing e resolver as mesmas questões que aconteciam em São Paulo antes da terceirização. “No começo a Simpress forneceu 17 equipamentos e agora já são 32”, pontua.
O projeto também gerou uma economia de 25% na redução de custos, sobre os 25 mil reais de gastos mensais que registrava antigamente. “Era uma estimativa, porque não havia o controle centralizado e não fazíamos a bilhetagem”, lembra. Entretanto, com o projeto, a estimativa é de que as cerca de 200 mil impressões feitas anteriormente sejam reduzidas para, no mínimo, 170 mil. “Isso será feito com o software, mas também com a conscientização dos funcionários”, afirma.
Todas as mudanças, segundo Metta, fazem parte do contrato e não geram custos adicionais e facilitou inclusive a manutenção das máquinas. O que levou a isso, segundo o executivo, foi a ampliação de um contrato de conservação de equipamentos para um de manutenção de serviços.
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