Publicidade

Gestão

Gradiente amplia uso de terceirização de impressão no escritório e estende à fábrica

Empresa passou de um contrato de manutenção de equipamentos para prestação de serviços e começa a estender o outsourcing inclusive para a unidade de Manaus.

Por Luiza Dalmazo, do COMPUTERWORLD

01 de agosto de 2007 - 17h32
página 1 de 1

Adepta da terceirização desde 2002, a brasileira fabricante de bens de consumo eletrônicos, Gradiente, resolveu ampliar ainda mais a iniciativa. Mais tarde, entre dezembro de 2005 e janeiro de 2006, a companhia aproveitou a mudança de sede para ampliar a infra-estrutura de impressão corporativa em todas as unidades localizadas em São Paulo e implementar também na unidade de Cariacica, no Espírito Santo. “No momento da mudança mantivemos a marca das impressoras (a Ricoh), mas mudamos o distribuidor e também confiscamos entre 60 e 70 equipamentos de impressão e fax, para substituí-los no novo prédio”, conta o coordenador de TI da Gradiente, Fábio Gimenes Metta.

A transição física e a reestruturação do esquema de cópias e impressão, ainda segundo o executivo, configurou o primeiro grande momento da organização. Depois disso expandimos para o Espírito Santo e ampliamos para nos áreas, como o call center, por exemplo. “Com o primeiro contrato fechado, ficou fácil estender para outros setores”, afirma.

Diante das melhorias, como a centralização dos fax e digitalização dos arquivos, que podiam ser enviados por e-mail ou arquivados, a Gradiente decidiu concretizar uma idéia que fazia parte dos planos desde 2003. “Compramos o software de bilhetagem, em que estamos trabalhando para disponibilizar de forma 100% até setembro”, diz.

Com os avanços, Metta explica que será possível calcular os gastos de impressão gastos por cada área, o que não acontece atualmente. “Hoje rateamos de forma igualitária entre os centros e sabemos que isso não é justo”, acredita. Além disso, a idéia é levar para a fábrica de Manaus o conceito de outsourcing e resolver as mesmas questões que aconteciam em São Paulo antes da terceirização. “No começo a Simpress forneceu 17 equipamentos e agora já são 32”, pontua.

O projeto também gerou uma economia de 25% na redução de custos, sobre os 25 mil reais de gastos mensais que registrava antigamente. “Era uma estimativa, porque não havia o controle centralizado e não fazíamos a bilhetagem”, lembra. Entretanto, com o projeto, a estimativa é de que as cerca de 200 mil impressões feitas anteriormente sejam reduzidas para, no mínimo, 170 mil. “Isso será feito com o software, mas também com a conscientização dos funcionários”, afirma.

Todas as mudanças, segundo Metta, fazem parte do contrato e não geram custos adicionais e facilitou inclusive a manutenção das máquinas. O que levou a isso, segundo o executivo, foi a ampliação de um contrato de conservação de equipamentos para um de manutenção de serviços.

Opinião do Leitor
Não há comentários para essa notícia
Publicidade
Publicidade
As mais lidas
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar

A elite do RH de TI e Telecom no Brasil

Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.

Veja o Especial

Confira o ranking:

  1. Chemtech
  2. Kaizen
  3. Microsoft
  4. Cisco do Brasil
  5. Google Brasil
Veja o ranking completo com as 60 empresas

SLIDE SHOWS

Publicidade
coluna tv
Newsletters
Assine a Computerworld