Gestão
Revolução indiana: a resposta das empresas brasileiras
As empresas de terceirização nacionais como CPM-Braxis, Itautec e Politec explicam sua estratégia com a chegada da nova concorrência.
Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD
Compartilhe:
As prestadoras de serviços nacionais se deparam com uma nova concorrência. As gigantes indianas estão chegando ao Brasil em peso, de olho no mercado interno e na diversificação de regiões para clientes globais. Com isto, a disputa por novas contas e projetos torna-se ainda mais difícil.
Leia também:
Revolução Indiana: às vesperas da ebulição
Revolução Indiana: as gigantes já chegaram
De acordo com a Politec e a CPM-Braxis, há um lado importante deste movimento, que é colocar o Brasil no radar do full outsourcing mundial. Com isto, o País passa a ser uma alternativa para outras empresas globais. No caso das norte-americanas, há uma vantagem em relação à Índia no que diz respeito ao fuso-horário.
A Itautec, no entanto, se prepara para uma mudança no modelo de negócios. A gigante nacional pretende aumentar sua receita em serviços. Para isso, a companhia vem se preparando há dois anos e este é o momento de colocar a estratégia em prática.
Entenda a estratégia de cada uma destas empresas nas reportagens a seguir:Para Politec, a concorrência com as indianas já é rotina há oito anos
CPM-Braxis vê uma competição acirrada por profissionais
Itautec acredita que a indianas vão precisar de parceiras brasileiras
Conheça os 100 melhores CIOs do país
60 melhores empresas de TI e Telecom para trabalhar
A elite do RH de TI e Telecom no Brasil
Computerworld e Instituto GPTW apresentam as Melhores Empresas de TI e Telecom para Trabalhar 2009.
Veja o Especial


