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Gestão

Revolução indiana: a resposta das empresas brasileiras

As empresas de terceirização nacionais como CPM-Braxis, Itautec e Politec explicam sua estratégia com a chegada da nova concorrência.

Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD

08 de agosto de 2007 - 07h00
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As prestadoras de serviços nacionais se deparam com uma nova concorrência. As gigantes indianas estão chegando ao Brasil em peso, de olho no mercado interno e na diversificação de regiões para clientes globais. Com isto, a disputa por novas contas e projetos torna-se ainda mais difícil.

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De acordo com a Politec e a CPM-Braxis, há um lado importante deste movimento, que é colocar o Brasil no radar do full outsourcing mundial. Com isto, o País passa a ser uma alternativa para outras empresas globais. No caso das norte-americanas, há uma vantagem em relação à Índia no que diz respeito ao fuso-horário.

A Itautec, no entanto, se prepara para uma mudança no modelo de negócios. A gigante nacional pretende aumentar sua receita em serviços. Para isso, a companhia vem se preparando há dois anos e este é o momento de colocar a estratégia em prática.

Entenda a estratégia de cada uma destas empresas nas reportagens a seguir:
Para Politec, a concorrência com as indianas já é rotina há oito anos
CPM-Braxis vê uma competição acirrada por profissionais
Itautec acredita que a indianas vão precisar de parceiras brasileiras



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