Gestão
Revolução indiana: a resposta das empresas brasileiras II
Outras empresas de terceirização nacionais, a BRQ, a DBA, a Stefanini e a Tivit, comentam as estratégias para enfrentar a nova concorrência.
Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD
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Na segunda parte das respostas das empresas brasileiras, ouvimos o que pensa BRQ, DBA, Stefanini e Tivit sobre a chegada em peso das gigantes indianas de terceirização no Brasil. Como fica a competição no mercado interno? E como posicionar o Brasil como um destino para os clientes globais? Os desafios são imensos.
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A DBA destaca a pressão
pelos clientes no mercado interno, já Tivit acredita em uma competição acirrada
entre gigantes brasileiras com gigantes internacionais. A Stefanini vê um crescimento
do mercado nacional, enquanto a BRQ afirma que o desafio – para todos neste
segmento – está em encontrar mão de obra.
Entenda a estratégia de cada uma destas empresas nas
reportagens a seguir:
DBA e Tivit: Grandes brasileiras competem com gigantes
globais
Stefanini enxerga lado positivo da competição das indianas
BRQ: é importante investir em qualificação
Revolução indiana
Competir com empresas Indianas tem um problema o preço homem hora para elas é muito barato, em relação a custo homem hora no Brasil, acho que empresas como a DBA, BRQ, Stefanini e a Tivit devem ter bastante cautela, tendo em vista que hoje em dia empresas Indianas dentro do USA desbancaram empresas na qual já tinham mercado consolidado.
Fabio Vallim
WebLocal
www.weblocal.com.br
Fabio - 14 Ago 2007, 14h51
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