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Revolução indiana: a resposta das empresas brasileiras II

Outras empresas de terceirização nacionais, a BRQ, a DBA, a Stefanini e a Tivit, comentam as estratégias para enfrentar a nova concorrência.

Por Luciana Coen, do COMPUTERWORLD

09 de agosto de 2007 - 06h55
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Na segunda parte das respostas das empresas brasileiras, ouvimos o que pensa BRQ, DBA, Stefanini e Tivit sobre a chegada em peso das gigantes indianas de terceirização no Brasil. Como fica a competição no mercado interno? E como posicionar o Brasil como um destino para os clientes globais? Os desafios são imensos.

Leia também:
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Revolução Indiana: a respostas das empresas brasileiras I

A DBA destaca a pressão pelos clientes no mercado interno, já Tivit acredita em uma competição acirrada entre gigantes brasileiras com gigantes internacionais. A Stefanini vê um crescimento do mercado nacional, enquanto a BRQ afirma que o desafio – para todos neste segmento – está em encontrar mão de obra.

Entenda a estratégia de cada uma destas empresas nas reportagens a seguir:
DBA e Tivit: Grandes brasileiras competem com gigantes globais
Stefanini enxerga lado positivo da competição das indianas
BRQ: é importante investir em qualificação

Opinião do Leitor [1 comentários]

Revolução indiana

Competir com empresas Indianas tem um problema o preço homem hora para elas é muito barato, em relação a custo homem hora no Brasil, acho que empresas como a DBA, BRQ, Stefanini e a Tivit devem ter bastante cautela, tendo em vista que hoje em dia empresas Indianas dentro do USA desbancaram empresas na qual já tinham mercado consolidado.

Fabio Vallim

WebLocal
www.weblocal.com.br
Fabio - 14 Ago 2007, 14h51
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