Gestão
Sarbox fomentou gestão corporativa de riscos
Pesquisa da consultoria Advisen mostra que das companhias que já planejavam ter um programa formalizado de gerenciamento de riscos, a maioria tomou iniciativa após as exigências da Sarbanes-Oxley.
Por COMPUTERWORLD
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Além de garantir, segundo muitos especialistas, mais controle às contas das empresas listadas nas bolsas de valores norte-americanas, a lei fiscal Sarbanes-Oxley também contribuiu para empresas acelerarem seus processos de gerenciamento de riscos corporativos.
Isso é o que mostra uma pesquisa da consultoria Advisen, que ouviu 302 gestores de empresas públicas de companhias privadas que, por opção, também decidiram seguir as determinações da seção 404 da lei fiscal.
Segundo o levantamento, 45,3% dos entrevistados disseram que suas companhias tinham ou planejavam ter um programa formalizado de gerenciamento de riscos. Desse total, 24,1% afirmaram que as determinações da lei fizeram que esses planos fossem acelerados.
Por outro lado, o estudo revelou ainda que embora o gerenciamento de risco esteja integrado ao processo de cumprimento de normas regulatórias da seção 404, muitos gestores não estão envolvidos ativamente em atividades dessa espécie fora de seus departamentos.
Daqueles gerentes de risco que afirmaram que suas companhias tinham uma equipe destinada à seção 404 da SOX, apenas 18,5% informaram que o departamento de gestão de risco passou a ter papel em auditoria, monitoramento ou coleta de informações para a seção 404 a partir de outras unidades da companhia.
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Apesar da falta de envolvimento, 50,2% dos gerentes de risco disseram que seus departamentos são adequadamente envolvidos nas atividades de compliance da seção 404.
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