Gestão
Onshoring é solução para EUA acabarem com perda de empregos pelo outsourcing
Relatório de associação do país aponta que as empresas do EUA podem terceirizar operações para dentro do próprio país em áreas mais baratas.
Por COMPUTERWORLD
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A Associação de Tecnologia dos EUA (ITAA, da sigla em inglês) acaba de divulgar um estudo explicando o que é a diminuição do custo de sourcing doméstico, uma forma de encontrar alternativas de onshoring (terceirização dentro do país) interessantes economicamente.
A idéia por trás do movimento está em levar os serviços das corporações dos EUA para outras áreas do país, especialmente rurais ou pouco povoadas, para manter os custos baixos (chamada de LCD, na sigla em inglês). De acordo com a associação, o movimento aproveita os custos e alivia os problemas relacionados com privacidade e segurança.
“Para algumas organizações, o uso do offshore não é uma opção. Algumas funções simplesmente não podem ser terceirizadas em offshore”, defende o relatório. “Há um número crescente de empresas que estão estabelecendo ou expandindo centros de serviços em localizações que, mesmo dentro do país, são mais baratas. Vários estão vendo o onshoring como um componente vital do modelo de atuação global”.
Sem buscar o final das operações em países como Índia e China, o relatório da ITAA defende que os Estados Unidos – com os programas certos e a atuação do governo – podem se tornar um fonte atrativa para terceirização. “Os EUA ainda continuam interessantes para qualquer operação de outsourcing, salvo pelos custos da mão-de-obra. No entanto, existem diversas cidades rurais ou médias com universidades e pessoas talentosas ansiando por colaborar”, aponta o relatório.
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Junto com o relatório, a ITAA enviou uma carta de seu CEO Phillip Bond demandando do governo dos EUA, assim como das empresas, ações para tornar o onshoring uma opção válida também para o mercado SMB. “A América tem vantagens únicas para oferecer, não apenas para companhias dos EUA, mas para empresas estrangeiras também. Nós precisamos crescer nossa força de trabalho de TI, aumentar a disponibilidade da banda larga e criar estratégias econômicas para atrair investimentos privados e vagas em tecnologia para outras cidades. A nossa nação precisa aproveitar essa oportunidade”, conclama a carta.
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