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Oito tecnologias que põem em risco a segurança corporativa

MP3 players, smartphones, pen drives. Não são poucas as tecnologias de consumo que povoam a vida pessoal dos profissionais e acabam chegando também à corporação. Mas cuidado! Saiba quais são as mais perigosas e como evitar riscos.

Por Computerworld, EUA

20 de setembro de 2007 - 07h35
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Eletrônicos de consumo e serviços de alta tecnologia estão ganhando espaço na vida pessoal de diversos profissionais e, de alguma forma, têm se aproximado cada vez mais do ambiente corporativo. E nesse grupo incluem-se smartphones, sistemas de voz sobre IP, memórias portáteis e até a segunda vida virtual.

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Em uma pesquisa recente conduzida com 500 executivos pelo Yankee Group, 86% deles disseram que têm utilizado pelo menos um eletrônico de consumo no ambiente de trabalho por motivações que variam desde inovação à melhoria da produtividade.

Infelizmente, essa tendência tem apresentado riscos às companhias. Por um lado porque o uso dessas tecnologias pode aumentar o risco de brechas de segurança e por outro, porque podem sobrecarregar o já sobrecarregado departamento de TI.

Para ajudar sua empresa a decidir como responder a essa realidade, a edição norte-americana do COMPUTERWORLD listou oito populares tecnologias e serviços destinados ao usuário final que invadiram o local de trabalho. Também relata como algumas companhias do mundo estão atingindo o equilíbrio ideal de segurança, produtividade e... sanidade.

1-) Mensagens instantâneas

As pessoas têm usado os mensageiros instantâneos para tudo ultimamente, desde garantir que seus filhos conseguiram uma carona para casa até comunicar sobre o tema da próxima reunião com um colega de trabalho. A pesquisa do Yankee revela que 40% dos entrevistados disseram que utilizam mensageiros instantâneos comuns no trabalho.

Os mensageiros instantâneos trazem vários desafios de segurança. Entre outras coisas, um malware pode entrar na rede corporativa e usuários podem enviar dados sensíveis da companhia por meio de redes inseguras.

Uma forma de combater essas ameaças é descartar serviços de mercado de IM e utilizar um servidor interno de mensagens instantâneas. A Global Crossing tomou tal atitude em 2005 quando adotou o Live Communications Server (LCS), da Microsoft. Em agosto do ano seguinte descartou o uso de serviços externos de mensagens como aqueles do MSN,
AOL e Yahoo. Agora todas as trocas internas de mensagens são criptografadas e mensagens externas são protegidas.
Também é possível partir para uma linha mais dura. O centro médico norte-americano DeKalb, por exemplo, adotou uma política de segurança que bane o uso de mensageiros instantâneos. "O tráfego se resume basicamente a bate-papo e não informações sobre saúde", aponta Sharon Finney, administradora de segurança da informação. A companhia também optou por bloquear a maioria dos websites que permitem o download de mensageiros instantâneos, embora não tenha bloqueado MSN, AOL ou Yahoo, que abrigam caixas de e-mail de muitos médicos.

A clínica está analisando a idéia de implementar o mensageiro instantâneo do Lotus Notes ou mesmo um serviço como o Jabber em que os usuários corporativos possam se comunicar.

2-) Webmail

Dos 500 respondentes da pesquisa do Yankee Group, 50% disseram que usam aplicações pessoais de e-mail para fins corporativos. O problema com serviços destinados a usuários finais - tais como aqueles do Google, Microsoft, AOL e Yahoo - é que os usuários não se dão conta sobre quão inseguras são suas trocas de e-mail. Isso porque as mensagens são transportadas via internet e armazenadas no servidor do provedor também. Sem essa percepção, muitos não tomam precauções devidas sobre enviar dados pessoais como RG, número de passaporte ou informações sigilosas corporativas.

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Uma abordagem para reforçar a segurança no webmail é utilizar uma ferramenta que monitore conteúdo de e-mail utilizando filtros de palavras ou outras técnicas de detecção para gerar alertas sobre brechas em potencial ou simplemente bloquear o envio. A WebEx Communications, por exemplo, está considerando a expansão do uso da ferramenta de prevenção de perda de dados da Reconnex para incluir monitoramento de e-mail, segundo Michael Machado, diretor de infra-estrutura de TI.

Opinião do Leitor [1 comentários]

Somente estas oito?

Sintetizaram somente estas tecnologias como risco a segurança? que retrocesso. Não seria melhor colocar na frente do título "O(a) utilização ou mal emprego(uso) de Oito tecnologias...."

Carlos - 20 Set 2007, 13h18
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