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Batalha em Terceirização: Outsourcing versus trabalho interno

A resposta é fácil neste tema, a questão real está em definir o quanto terceirizar.

Por Networkworld, EUA

30 de outubro de 2007 - 05h30
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Terceirizar ou não terceirizar, está já foi questão. Mesmo sendo uma decisão muito pouco popular das corporações, a maior parte das grandes empresas – e cada vez mais representantes do SMB – terceirizam trabalho de alguma forma.

E por uma boa razão: finanças – os departamentos de TI que terceirizam a gestão da sua infra-estrutura e serviços das aplicações reduzem gastos em 12% a 17% por ano em média, o que significa economias de 10 bilhões de dólares apenas nas empresas dos EUA, de acordo com a Forrester.

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A economia é o maior motivador do outsourcing, mas pesquisa recente da PricewaterhouseCoopers aponta outras razões. Por exemplo, mais de 40% dos entrevistados querem terceirizar para melhorar a relação com os clientes. Outros 37% ouvidos dizem que o outsourcing ajuda a desenvolver novos produtos ou serviços, enquanto um terço ouvido aponta a estratégia como solução para expansão em outras geografias que não seriam atendidas da maneira tradicional.

A pesquisa revelou também que executivos estão mais dispostos a terceirizar funções que viam como críticas aos negócios. “Mais da metade deles, 53%, terceirizam atividades consideradas como núcleo (core)”, diz o relatório. Ainda que em TI terceirizar seja comum, para 60% dos respondentes, 70% dos entrevistados usam terceirizam uma ou mais funções estratégicas. Mais da metade dos entrevistados terceiriza produção ou a entrega de produtos ou serviços críticos, um terço terceiriza vendas e marketing e 32% deles terceirizam em pesquisa e desenvolvimento.

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Há funções que as companhias relutam em dar para terceiros, especialmente aplicações financeiras e de segurança. Mas até em proteção este cenário está mudando. Terceirização de serviços de segurança está mais popular e as companhias buscam terceirizar tudo de monitorar a detecção de intrusos, aos firewalls, ao controle de acesso e segurança de e-mail, diz Andreas Antonopoulos, vice-presidente da Nemertes Research.

 O que mudou com o tempo é que as empresas não terceirizam todas as funções, mas escolhem pontualmente. Por exemplo,mesmo com mega-deals bilionários sendo assinados por General Motors e Johnson & Johnson, a maior parte dos acordos é menor. O tamanho médio dos acordos no terceiro trimestre ano passado foi de 9,6 bilhões de dólares, mas caíram para 2,4 bilhões de dólares no mesmo período deste ano, diz a TPI, queda mais de 16%.

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