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Experiências derrubam os cinco mitos da RFID

Por CIO

14 de fevereiro de 2008 - 13h00
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5. A indústria farmacêutica se aproxima da ampla adoção de RFID.
Diante de tais desafios e limitações, não surpreende que a iniciativa de implementar tecnologia RFID para proteger o fornecimento de medicamentos nos Estados Unidos tenha sofrido alguma desaceleração anos depois de ter sido promovida como a “Próxima Grande Coisa” para a indústria farmacêutica. A FDA, após adiar durante anos o prazo limite para a implementação de um”pedigree” eletrônico, que provavelmente será baseado em tecnologia RFID, anunciou há pouco tempo o maior adiamento de todos: desistiu de estabelecer um prazo.

Em 2004, explica Ilisa Bernsteino, diretora da FDA para assuntos farmacêuticos, “pensamos que o uso estaria difundido em 2007. Ainda não chegamos lá. Ao invés de estabelecermos um novo prazo, estamos deixando que as partes interessadas proponham o prazo”. (Um mandado de injunção do Prescription Drug Marketing Act, a lei de 1987 que permite à FDA estabelecer esta norma, não ajudou.) Ainda assim, a FDA continua a dizer (como faz há anos) que a tecnologia RFID é a maneira “mais promissora” de autenticar remédios.

“Continuamos dizendo que é uma solução promissora”, afirma Bernstein. “Queremos dizer que é uma solução, mas ainda não chegamos lá porque as pessoas ainda não a adotaram. Há muito trabalho nos bastidores, mas você tem que cruzar a linha e começar a executar”, continua.

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No final, talvez tanto os incentivadores quanto os críticos de RFID estejam certos: a tecnologia RFID pode ser, de fato, a maneira mais promissora de mitigar um problema insolúvel. Mas só o tempo dirá.

“Precisamos que os consumidores validem as soluções em uso hoje”, afirma Michael Liard, diretor de pesquisa da ABI Research que estuda RFID. “Se as empresas estão descobrindo ROI ou benefícios comerciais, são pressionadas a compartilhá-los porque estes agora são fonte de diferenciação competitiva. Fazer com que divulguem os benefícios que estão colhendo é um desafio que nós, como indústria, teremos que abordar.”

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