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Empresas não vêem o lado ruim da virtualização, diz estudo

Londres - Segundo analista, apesar de apresentar diversas vantagens, ainda existem questões mal resolvidas envolvendo a tecnologia.

Por IDG News Service/Reino Unido

09 de abril de 2009 - 18h21
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Na pressa de fazer valer os benefícios gerados pela virtualização, os usuários estão prestando pouca atenção aos lados negativos da tecnologia. Segundo Jack Santos, analista do Burton Group, virtualizar por não ser vantajoso em vários aspectos.

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O analista é coautor de um estudo que detalha alguns dos problemas enfrentados pelas empresas que adotaram a tecnologia. Santos afirma que a virtualização apresenta, de fato, mais vantagens do que desvantagens. Entretando, ainda existem algumas questões a serem endereçadas.

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Gestores de tecnologia, de acordo com o analista, convenientemente ignoraram os riscos e exageraram os benefícios. A situação, no entanto, tende a mudar. “Com o número de implementações crescendo, os problemas ganharão importância”, declarou Santos.

Fazer o gerenciamento de ambientes virtuais continua sendo difícil, especialmente por conta da variedade de fornecedores e pelo o fato da maioria das empresas especializadas na tecnologia não oferecerem uma solução completa. Poucas ferramentas são integradas com sistemas de gerenciamento de data center, como o Tivoli, destacou o analista, que espera que a situação fique assim por algum tempo.

Outra questão problemática é a segurança. Até o momento, não apareceram brechas públicas nos hypervisors. Apesar disso, destaca Santos, “não há duvida que a tecnologia aumenta a vulnerabilidade”.

A área de licenças, por outro lado, está melhorando. Santos afirma, em seu estudo, que os fornecedores estão trabalhando em conjunto para resolver os pontos de atrito.

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Opinião do Leitor [1 comentários]

especialização é necessária

Dentro do contexto de exagerar benefícios ignorando riscos, metodologias que trabalham análise de riscos existem justamente para pesar o que é importante para a empresa nesse momento, minimizando impactos ao final de cada migração. Devemos considerar aqui quais máquinas são elegíveis para virtualização de acordo com a documentação disponível sobre compatibilidade e melhores práticas. Migrar servidores que antes já davam problemas e que não atendem aos requisitos necessários que o elegem para virtualização seria como congelar uma carne podre: depois de descongelada, ela continua podre.

Outro ponto importante de análise é o gerenciamento do ambiente. Do ponto de vista levantado na matéria, claro que temos uma gama de opções variadas quando falamos em produtos ou fornecedores para infraestrutura computacional, o que torna ainda mais complexo levantarmos uma matriz compatibilidade entre todos (como a esperança do criador do artigo em ver as soluções de virtualização integradas ao produto da IBM Tivoli). Porém, quanto é a economia em uptime (seus servidores sempre funcionando) e licensas de clusterização, utilizando os recursos de virtualização que nos oferecem alta disponibilidade do ambiente (uptime) e distribuição organizada dos recursos de seu datacenter de acordo com a demanda?
marco - 13 Abr 2009, 10h34
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