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Conheça os 5 erros mais comuns em virtualização de desktops

Saiba como evitar os equívocos mais comuns cometidos por gestores de tecnologia em projetos que prometem reduzir custos e aumentar segurança.

Computerworld, EUA

31 de agosto de 2009 - 07h00
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Muitos profissionais de TI esquecem que só com um profundo conhecimento sobre a virtualização de equipamentos poderão tirar todos os benefícios desejados por esse tipo de plataforma. Na maior parte dos casos, os CIOs “caem na conversa” dos fornecedores que oferecem soluções mágicas, capazes de reduzir custos operacionais e melhorar a proteção de dados de uma só vez. Saiba quais são os cinco equívocos dos gestores de tecnologia ao optarem pela virtualização de desktops:

1. Achar que uma única solução contemplará todas as necessidades do negócio

Os usuários ainda esperam que exista uma ferramenta capaz fazê-los alcançar todos os benefícios relativos à virtualização de desktops – desde a redução de custos de manutenção até a melhoria do acesso remoto à rede corporativa. Para atingir essas condições é necessária a aquisição de diversas tecnologias e a contratação de muitos prestadores serviços.

2. Pensar que, com a virtualização, aumentarão os riscos relativos à proteção dos dados

Todo mundo já deve ter ouvido que o ponto fraco da virtualização é a segurança, mas, na realidade, as informações corporativas tornam-se bem mais protegidas em desktops virtuais – já que, com essa estrutura, todos os dados sensíveis deixam de ficar armazenados nos próprios dispositivos.

3. Julgar a virtualização como uma forma diferente de empacotar as mesmas soluções

Para ter sucesso nesse processo de migração é preciso entender que, uma vez virtualizados, os desktops deverão ser gerenciados de maneira diferente. Quando virtualizadas, as aplicações precisam ser adaptadas ao novo padrão de modo que sejam capazes de transacionar os dados armazenados do ambiente virtual ao usuário.

4. Basear a estratégia de virtualização de desktops na redução de custos

Atenção, pois os nove meses necessários para o retorno sobre investimento em virtualização prometidos pelos fornecedores raramente são verdadeiros. O período varia de acordo com o usuário e pode chegar a durar até quatro anos.

5. Achar que o desenvolvimento de um ambiente virtual é simples

Seria maravilhoso se todas as aplicações pudessem ser inseridas na estratégia de virtualização. No entanto, muitas soluções não funcionam bem nesse modelo e, por isso, é importante que os gestores de TI estejam atentos a essas particularidades ao fechar contrato com os fornecedores.

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